12 de Fevereiro de 2012
Morte do cartunista repercute no mundo dos quadrinhos brasileiros
O desenhista de quadrinhos Marcelo Campos, que dirige uma academia de artes em São Paulo, também comentou a morte do cartunista Glauco Villas Boas.
- Eu o conheci pessoalmente, chegamos a nos falar. Mas quem não se lembra de Los Três Amigos, que ele fazia junto com Laerte e Angeli? Era muito engraçado ver dentro de uma mesma história três tipos de traços e de humor diferentes. Era muito legal para quem fazia quadrinhos e para quem lia. Tinha o Geraldão também. Tem gente que é insubstituível.Em sua escola de artes, a Quanta, Marcelo conta que os alunos estão bastante abalados com o assassinato.
- Só se fala nisso aqui. É uma grande perda e é uma estupidez essa violência. É um absurdo.
Para Campos, Glauco fará muita falta como cartunista, artista e agitador.
- Era um cara muito controverso, que seguia uma linha de vida diferente.
Glauco morreu na madrugada desta sexta-feira (12) após uma tentativa de assalto à sua casa. Ele tinha 53 anos. Raoni, seu filho de 25 anos, também foi assassinado.
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