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publicado em 23/08/2010 às 06h00:

Inês Peixoto fala do sucesso de Edelweiss em A Cura

Feliz com o destaque na minissérie, a atriz mineira se surpreende com o assédio

Do R7


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Mineira de Belo Horizonte, a atriz Inês Peixoto se surpreende com o alcance da televisão. Com uma carreira de 29 anos como integrante do Grupo Galpão, uma das mais respeitadas companhias teatrais do país, ela atualmente dá vida a Edelweiss, a polêmica e atrevida moradora da cidade de Diamantina, onde se passa a minissérie A Cura (Globo).

Da sede do Galpão em Belo Horizonte, pouco antes de viajar para Brasília, onde participa nesta semana do festival de teatro Cena Contemporânea, ela conversou com a reportagem do R7 sobre este momento tão especial em sua carreira. Leia a entrevista.

R7 – Como foi gravar A Cura?
Inês Peixoto –
Foi uma experiência ótima e uma oportunidade de fazer parte de um projeto muito sofisticado. A minissérie é muito cuidadosa na direção, no texto e na produção. Adoro fazer a Edelweiss.

R7 – Como você ganhou a personagem?
Inês –
Fiz o teste em Belo Horizonte, porque eles queriam chamar atores mineiros para o projeto [80% do elenco da minissérie são de atores mineiros]. Fiquei encantada de cara com a personagem. Quando soube que havia sido escolhida, fiquei extremamente feliz.
R7 – Você teve alguma preparação especial?
Inês –
Fiz uma leitura do texto acompanhada pela equipe. A partir disso, eles me deram algumas indicações da personagem, mas não teve nenhuma preparação especial.

R7 – E como foram as gravações em Diamantina?
Inês –
O fato de ter muitos atores mineiros, sem dúvida, ajudou a tornar a trama mais real. O sotaque ficou mais autêntico. Na minissérie, a mineiridade está natural. Ficamos todos um mês em Diamantina. Foi uma grande preparação respirar a tradição da cidade e sentir o que aquelas pedras e montanhas diziam. A geografia de Diamantina é muito especial: uma cidade cravada no meio da rocha.

R7 – Dá para ver que o sotaque mineiro na minissérie não é algo forçado...
Inês –
Isso mesmo. Eles não quiseram inventar Diamantina na cabeça dos atores, mas levaram todos para sentir o cotidiano da cidade. São esses detalhes que criam um produto diferenciado na TV. 

R7 – No fim do primeiro capítulo de A Cura, a Edelweiss parecia que tinha morrido, mas estava viva. No segundo, mais uma vez, terminou com uma cena que parece que ela morreu [internada no hospital, Edelweiss recebeu uma dose mortal de uma misteriosa mão]. Ela morreu ou não morreu?
Inês –
Não posso falar, Pedro. Eu sou proibida de falar. Ela é cheia de mistérios [risos]. Você vai ter de ver o terceiro capítulo nesta terça [24]. Cada capítulo da minissérie é muito intenso, então a gente não pode revelar nada. O público está instigado. Todo mundo me pergunta o que vai acontecer. Só posso dizer que vai acontecer muita coisa ainda. Cada um dos nove capítulos terá revelações de mistérios.

R7 – Mas você não pode contar nada?
Inês –
Olha, o que eu posso te falar da Edelweiss é que ela é uma ex-enfermeira do Hospital de Diamantina nos anos 1980 e teve um envolvimento forte com esse médico que passou pela cidade, o Otto, que tinha também o dom da cura como o Damião [Selton Mello].

R7 – Como é para você, uma atriz de teatro, fazer sucesso na TV?
Inês –
Fiquei muito feliz de assistir as cenas. A minissérie me lembra muito o cinema, com enquadramento e imagens lindas. O Galpão é um grupo de teatro de palco e de rua. Tenho uma carreira de 29 anos nele. Então, estou achando maravilhoso poder fazer um bom trabalho na TV.

R7 – Você está sendo reconhecida nas ruas?
Inês –
Sim! É incrível! A gente até se assusta como a televisão fica perto das pessoas. A minissérie caiu na boca do povo. Todo mundo aqui em Belo Horizonte está orgulhoso de ver os atores mineiros na minissérie. Minha família também está muito orgulhosa de me ver com os grandes atores brasileiros. Ando na rua e povo para o carro do lado e me pergunta se eu não sou aquela moça da minissérie [risos].

Colaborou Pedro Henrique Feitosa, estagiário do R7


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