Os homens de preto do CQC - Custe o Que Custar (Band) deram entrevista coletiva no estúdio do programa, na sede da emissora, no Morumbi, em São Paulo, na noite desta segunda (8). Eles lançaram a terceira temporada do programa, prevista para estrear na próxima segunda (15). Os integrantes até desfilaram para os jornalistas, tal qual modelos da São Paulo Fashion Week.
Durante o lançamento, a trupe de comediantes contou que um dos novos quadros é
Trabalho Forçado, no qual personalidades “são convidadas a exercer funções de classes humildes”, nas palavras do apresentador Marcelo Tas.
Políticos como Soninha e Eduardo Suplicy participaram como depiladora e garçom, respectivamente. Diante da deixa, Tas foi questionado se o programa não pensa em chamar Boris Casoy para exercer a função de gari por um dia, já que o apresentador foi centro de uma polêmica ao dizer que tais trabalhadores ocupam “a mais baixa escala do trabalho”. Tas respondeu de forma curta:
- Eu acho uma boa ideia.
Outra novidade é a ida da repórter novata Monica Iozzi para Brasília, onde fará a cobertura do Congresso Nacional. A moça, que derrapou bastante em seu primeiro ano como parte do time do
CQC, disse que tem estudado.
- Estou lendo não só o jornal de sábado e de domingo, porque Brasília tem muito a ver com que acontece. É um ambiente difícil.
Tas não gostou de uma jornalista perguntar se Monica está melhor agora e assumiu a defesa da moça:
- A Monica começou em um nível muito melhor do que a turma que está aqui.
Por conta do ano eleitoral, Tas disse que vai passar mais tempo na redação e contou que o jornalismo ganhará fôlego na bancada com o quadro
As Piores Notícias da Semana:
- Terceiro ano é uma casca de banana muito perigosa. É muito importante ter tesão. O
CQC é um programa que não dá para fazer meia bomba.
Comediantes falam sobre a nova temporada do CQC
no estúdio da Band, no Morumbi - Foto: Julia Chequer/R7