25 de Maio de 2012
Decisão de desembargador nesta segunda (2) suspendeu pagamento; advogado deixa o caso
Como o salário do atleta no clube italiano Milan é de quase R$ 8 milhões por ano, Sthefany embolsaria cerca de R$ 130 mil mensais caso a decisão da juíza Maria Cristina de Brito Lima - da 1ª Vara de Família do Fórum da Barra da Tijuca (zona oeste do Rio) e datada de 8 de julho - não tivesse sido derrubada no despacho do desembargador nesta segunda-feira (2), em segunda instância.
Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio, o advogado de Alexandre Pato, João Paulo Lins e Silva, entrou com um recurso chamado agravo de instrumento, pedindo o efeito suspensivo da decisão anterior. A liminar a favor de Pato é provisória, já que foi detectado "risco de prejuízo irreparável" até o julgamento do caso. Cabe, portanto, recurso.
No despacho, Sérgio comunica a 1ª Vara sobre a decisão e pede mais informações sobre o processo, que agora segue para o Ministério Público dar seu parecer. Em seguida há o julgamento de um colegiado, que analisa os recursos e que só deve se reunir para este caso daqui a cem dias, provavelmente.
Então, por enquanto, está suspenso o pagamento. O processo corre em segredo de Justiça, mas é possível afirmar que o valor de R$ 130 mil não chegou a ser depositado na conta de Sthefany, já que a publicação da sentença não havia ainda completado um mês. Pato quer pagar R$ 5.000 de pensão à ex-mulher até ela arrumar um emprego, já que seu contrato com a Globo terminou em maio e não foi renovado. Enquanto morava com o jogador na Itália, a atriz recebia, por ter abandonado a carreira, R$ 50 mil mensais.
Procurado pelo R7, o até então advogado de Sthefany, Ricardo Brajtermann, afirmou que não está mais no caso.
- Me desvinculei do caso na semana passada por discordar da postura da minha cliente.
A nova advogada, Pulucena Pereira, não foi localizada pelo R7, que também tentou falar com João Paulo Lins e Silva, que defende o jogador Pato. Ele não foi encontrado. A separação de Sthefany e Pato é litigiosa e foi aberta no dia 29 de abril na 9ª Vara de Família do Rio. O casamento deles durou apenas nove meses.
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