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publicado em 29/11/2012 às 14h00:

Veja cinco motivos que tornam Salve Jorge uma novela chata

Por enquanto, só Roberto Carlos se salva

Odair Braz Junior, do R7


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É incrível como a Globo e Glória Perez erraram a mão em Salve Jorge neste primeiro mês de exibição. Tudo o que Avenida Brasil construiu – história ágil, menos atores, núcleos menores – acabou indo para a lata do lixo e agora a novela, neste seu primeiro mês de exibição, encara números baixíssimos para o horário da emissora.

Até o momento, só quem se dá bem é Roberto Carlos e seu novo hit, Esse Cara Sou Eu. De resto, muita coisa tem de ser mexida. Vamos ao que torna Salve Jorge chata:

1) Ter muitos núcleos não é necessariamente algo ruim, mas no caso da novela de Glória Perez é. Há momentos em que a ação se torna enfadonha. O que é aquele núcleo na Turquia com Betty Gofman se lamentando o tempo todo por causa das filhas e seus casamentos? Tiago Abravanel, uma revelação como ator, é completamente desperdiçado, assim como Antonio Caloni. O neto de Silvio Santos sai dançando no meio das montanhas sem o menor sentido. Simplesmente não dá para assistir e é bem pior que o núcleo de Cadinho, que é o que mais irritava em Avenida Brasil.

2) Outro ponto fraco em Salve Jorge é o excesso de tramas. Há histórias paralelas para todos os lados. Haja paciência para acompanhar todas e se interessar por todas. Até porque, nem tudo ali é altamente interessante.

3) O casal principal formado por Rodrigo Lombardi e Nanda Costa como Théo e Morena, respectivamente, simplesmente não dá liga. Os dois não têm química nenhuma como namorados e isso complica a identificação do público com eles, que são a principal atração da trama.

4) Vários dos personagens das novelas são muito afetados, com atuações impostadas que não lembram em nada a vida real. Uma dessas é Cláudia Raia, que quer personificar uma grande vilã, mulher má, mas que acaba ficando caricata. Ela quase poderia ser uma bruxa dos desenhos da Disney. Otaviano Costa, por sua vez, parece um robozinho interpretando, tamanha a pompa que coloca no personagem.

5) Por fim, a repetição. Glória Perez já usou a mesmíssima fórmula de Salve Jorge em O Clone e Caminho das Índias. Suas tramas ficam gravitando entre o Rio de Janeiro e alguma cidade exótica do mundo. Além disso, há vários atores que estiveram nessas outras novelas da autora. Assim, a sensação de “já vi isso antes” é enorme. O que ajuda a espantar o público.

E um motivo extra: o público ainda sente falta de Carminha e Tufão. Simples assim.

*Odair Braz Junior é crítico do R7 e suas opiniões não refletem necessariamente as do portal.

 
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