Jacó diz a Judá que, segundo as leis, Onã deve se casar com Tamar. Mara culpa Diná pela morte de seu pai e afirma que a odeia. Sati chega em casa e se banha. Sedutora, ela se prepara para se aproximar de seu escravo. José resiste como pode, apesar de sentir desejo. Sati decide deixar a roupa cair, expondo seu corpo nu. Imóvel, sem saber o que fazer, José ainda resiste. Sati se aproxima e começa a tirar a túnica de José. Sem saída, ele foge correndo. Furiosa, ela percebe que tem a túnica de José nas mãos e começa a gritar.

Quando Hapu se aproxima, Sati mente que o hebreu tentou violentá-la e pede que o servo capture José. Em meio à cerimônia, Azenate emite um grito e afirma que não pode se tornar uma sacerdotisa. Hapu consegue capturar José. Sati exige que o hebreu seja trancado e pede que seu marido seja chamado imediatamente. Pentephres se revolta com a filha, que decidiu abrir mão do sacerdócio. Não satisfeito em demonstrar toda sua decepção, o sumo-sacerdote amaldiçoa Azenate. Ela ainda implora por perdão, mas Pentephres a empurra com repulsa e a direciona para a saída do templo. A multidão que participava da cerimônia se dispersa rapidamente, temendo a fúria de Seth. Hapu chega ao local e fala com Potifar sobre o que aconteceu com Sati. Azenate sofre com a humilhação de Pentephres, que a agride publicamente e instiga o povo, que também começa a agredi-la. Azenate consegue escapar. Pentephres salta do descontrole para um choro profundo. Sati se faz de vítima diante de Potifar. Ela inventa uma história que deixa o marido furioso.

Questionado por Potifar, José percebe que não adianta tentar argumentar. Ele abaixa a cabeça e não entrega Sati