Sati critica a atenção que seu marido dedica ao Faraó. Ela flerta com um dos convidados. Muito bem arrumada para o cortejo, Azenate vê José. O rapaz está muito cansado e suas mãos sangram. Pentephres surge e atrapalha o clima. O Faraó e sua mulher passam pelo povo, que se curva conforme o avanço do casal. José é o único que permanece de pé. Hapu percebe e exige que o rapaz se curve. José afirma que só se curva diante de Deus. Hapu aperta o chicote no pescoço de José e ameaça estrangulá-lo se não se curvar.

Quase sem fôlego, José afirma que jamais se ajoelhará perante homem nenhum. A comitiva passa e Hapu castiga o hebreu ali mesmo. As festividades continuam dentro de um belo templo egípcio.

Azenate consegue se afastar do grupo e procura por José. Ela fica horrorizada ao ver o rapaz sendo surrado e interrompe, jogando um vaso na cabeça de Hapu. Ela se aproxima de José, que desfaleceu, e tenta acordá-lo.

Como tradição das festividades, o Faraó começa uma corrida com um touro. José acorda um pouco tonto, mas fica feliz ao ver o rosto de Azenate. Com a ajuda da jovem, ele se levanta cambaleante. O casal se afasta. Pentephres estranha a ausência de sua filha. Hapu desperta e procura por José. Azenate ouve o som do cortejo se aproximar e fica tensa.

Sati continua cortejando um dos nobres convidados. Antes de se separarem, José e Azenate combinam um encontro à noite. Ruben entra na tenda de Bila e tenta convencê-la de que precisam viver o amor que sentem um pelo outro. Quando estão muito próximos, Jacó e Lia chegam. O casal se afasta rapidamente. O clima fica pesado. Ruben se faz de desentendido e sai da tenda. Bila e Jacó ficam desconfortáveis.