Paulo Nigro vive Siquém na minissérie. Foto: Michel Angelo/Record

A passagem de Paulo Nigro por José do Egito ficou com gostinho de quero mais. No segundo capítulo da  minissérie, Siquém, personagem do ator, foi morto pelos irmãos de José (Ricky Tavares/Angelo Paes Leme).

Para quem não acompanhou o início da trama, Siquém se encanta por Diná (Marcela Barrozo/Samara Felippo), mas acaba perdendo a cabeça e estuprando a jovem. A irmã de José, portanto, é forçada a se casar com o seu agressor. Apesar de esconderem para os habitantes da cidade o que realmente aconteceu, os irmãos de José não vão deixar barato o ato covarde de Siquém.

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Ao R7, Paulo foi só sorrisos quando viu no ar o resultado do trabalho duro. Para ele, Siquém foi um papel bem marcante para sua carreira, apesar da curta duração.

— Foi um trabalho muito constante, muito forte. Eu estava com medo, receoso, mas estou superfeliz. Agora estou ansioso para ver o segundo capítulo que é quando, infelizmente, a minha participação termina. É uma história muito forte e que impulsiona outras histórias. É um sentimento de dever cumprido.

Paulo contou ainda que a cena da morte de Siquém foi tão desafiadora quanto a sequência do estupro de Diná.

— Foi um papel muito importante, difícil e, infelizmente, curto. Eu queria prolongar a vida dele um pouquinho mais [risos]. Mas eu acho que a Vivian [de Oliveira, autora] é maravilhosa. É muito difícil você ter um texto que não precisa ser alterado. O trabalho está ali, pronto, ela sabe muito bem como trabalhar com os personagens. Eu queria que o personagem fosse maior por mim, mas pensando na história, ele fica o tempo necessário mesmo. Para mim está tudo perfeito.