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publicado em 05/06/2010 às 09h00:

Meninas criam grifes e fazem
sucesso com vendas pela internet

Negócios começaram como hobby e hoje são fonte de renda

Sara Uhelski, do R7

Quando ainda estudava moda em Brusque (SC), Sara Parente, de 24 anos, ficou cansada da rotina de seu estágio na fábrica da Colcci. Com quase um ano na empresa, resolveu largar tudo e investir em algo que poderia fazer em casa, com as próprias mãos e pouco investimento. Daí surgiu a Sara Bolseira, sua grife virtual que, em pouco tempo, transformou-se na sua principal fonte de renda. 

- Comprei uma máquina de costura doméstica e coloquei na sala da minha casa para começar a fazer bolsas. No início, eu não sabia colocar um zíper, fazer um bolso... não sabia nada. 

Quando começou, Sara fazia uma média de dez bolsas por mês, que vendia para conhecidos. Em seguida, criou um álbum virtual de fotos e começou a vender pela internet. O negócio cresceu e agora tem como ateliê a garagem da casa de sua avó, com equipamentos profissionais. 

Para Sara, o diferencial de seu negócio está na personalização das peças, todas feitas sob encomenda. 

- Eu converso com o cliente e vejo o que ele quer. Faço um desenho no computador com os tecidos escolhidos e mando para a aprovação. Só com o desenho aprovado e o pagamento feito é que começo a confeccionar a bolsa. 

O método, segundo explica, é para evitar os calotes que enfrentou no início do negócio. 

-As pessoas encomendavam, eu fazia, e depois eles desistiam, quando a peça já estava pronta. 

Assim como Sara, a arquiteta Carol Grilo, 31 anos, também vive hoje das vendas de seus produtos pela internet. Sua marca, a Fofys Factory, começou por acaso. 

- Comecei sem querer, mexendo em retalhos de feltro que a minha mãe tinha guardado. Gostei tanto do material que quis inventar algumas peças com ele. Minha mãe sempre costurou e eu sempre participei, de certa forma, das criações dela. Começamos como hobby e, desde que começaram os pedidos, não paramos mais. 

meninas vendas pela internet
                 Carol, Alê e Sara com suas criações que fazem sucesso na internet (Fotos: Divulgação) 

Em parceria com a mãe, Carol vende artigos como bolsas, nécessaires e porta-óculos, entre outros. 

Além das vendas pela internet, a Fofys Factory tem ainda algumas lojas parceiras, que vendem seus produtos em vários locais do país. E, se depender da dona, as vendas continuarão apenas dessa forma. 

- Não sinto falta de uma loja física. Aliás, optei por não ter. Sabendo utilizar a internet, você tem gastos muito menores do que se tiver um espaço físico. Além disso, a divulgação é feita com maior eficiência. 

Diferentemente de Carol e Sara, Paula Velloso, 27 anos, preferiu expandir seu negócio e, além de vender acessórios pela internet, conta agora com uma loja em São Paulo. Mesmo assim, ela confessa que foi a internet que alavancou seu negócio. 

- Quem mais ajudou foram as blogueiras. No ano passado, rompi um ligamento e fiquei em casa, parada. Aí uma amiga sugeriu uma parceria com alguns blogs. Fiz um acordo com quatro sites super acessados e meus produtos começaram a fazer sucesso. 

No entanto, Paula diz acreditar que uma loja real muda a seriedade do negócio. 

- Muita gente não comprava pela internet para dar de presente, por exemplo, porque não podia trocar. A internet é uma coisa meio jogada ao vento. Na loja todo mundo pode ver, pegar. 

Mas, mesmo com a loja, Paula quer continuar investindo nos negócios virtuais. Segundo ela, seu próximo passo empreendedor é colocar um sistema automático de vendas pela internet. 

Tia coruja 

A história de Alê Queiroz, 34 anos, criadora do VIB (very important baby), é ainda mais curiosa. A confecção de roupas fofinhas para bebês e crianças começou quando ela soube que sua irmã estava grávida.

- Como boa tia e mulher consumista que ando me tornando, parti para as compras. Fora algumas poucas marcas que adoro, não achei tantas coisas descoladas e do jeito que imaginava. Eu sempre gostei de desenhar e aí pensei: vou fazer roupinhas para o meu sobrinho.

Alê conta que se apaixonou pela experiência e não parou mais. Seu primeiro “ponto de venda” foi a internet e, até hoje, é pelo site que a maioria das pessoas encomenda os produtos, que também são vendidos em alguns bazares. 

- Eu acredito na internet. É tudo mais rápido, mais prático, e a gente tem a possibilidade de atingir mais clientes. Com a internet posso vender em todo o Brasil e até lá fora.

 
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