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publicado em 17/06/2010 às 12h00:

Cauby Peixoto mostra majestade em Cauby in Concert

Muso da música brasileira faz apresentação impecável no Memorial da América Latina

Miguel Arcanjo Prado, do R7

O público que encheu o auditório Simón Bolívar do Memorial da América Latina, em São Paulo, na noite desta quarta (16), viu brilhar no palco a estrela de Cauby Peixoto. No show Cauby in Concert, feito em beneficência da Campanha do Agasalho 2010, o muso maior da música popular brasileira desfilou precioso repertório com a voz afinadíssima de sempre. 

Senhor do palco, Cauby até se arriscou a fazer um improviso de My Way, de Frank Sinatra, que foi pedido pelo público após ele contar a história de um casal que vai sempre ver seu show no Bar Brahma, no centro de São Paulo, e que escuta a canção em prantos. 

Quero que digam que fui bom, diz Cauby Peixoto

Cauby escolheu Lamartine Babo abrir a noite com Eu Sonhei que Tu Estavas Tão Linda. Seguiu com Modinha, de Sérgio Bittencourt, As Vitrines, de Chico Buarque, e O Que Tinha de Ser, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.

A cada música, demonstrava felicidade e concluía para o violonista Ronaldo Rayol que “o público gostou”.

Cauby transformou tudo numa noite caipira em Viola Enluarada, de Marcos e Paulo Sérgio Valle. Mas o momento mais marcantes da foi quando interpretou Guerreiro Menino, de Gonzaguinha. Houve quem chorasse.

O romantismo invadiu o show em Falando de Amor, de Tom Jobim, e Beatriz, de Edu Lobo e Chico Buarque.

Roberto Carlos, a quem Cauby dedicou seu mais recente álbum, teve seu bloco com Não se Esqueça de Mim, Desabafo e De Tanto Amor

Durante as canções, a segurança teve de conter fãs afoitos que insistiam em chegar perto do palco para ganhar um aceno ou apenas um olhar do ídolo.

A parte final foi eclética. Já acompanhado pela baterista Nahame Casseb e o baixista André Badurê, além do violão de Rayol, Cauby mandou uma impecável Night and Day, de Cole Poter, seguida de Triste, de Tom Jobim, e Something, sucesso dos Beatles composto por George Harrison.

Como não poderia deixar de ser, o show terminou com os hits de Cauby: Bastidores, de Chico, Conceição, de Dunga e Jair Amorim, e New York, New York, de Fred Ebb e John Kander. Nessa canção, depois de Sinatra, ninguém melhor que Cauby.

Sob direção de Thiago Marques Luiz, o cantor mostrou a cada nota ou comentário espirituoso o artista carismático e incomparável que é. O público deixou o local com um sorriso no rosto e um só desejo: vida longa a Cauby.


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