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publicado em 27/08/2012 às 01h01:

Músicas de 25 minutos? Dream Theater mostra que é "dream team" e esbanja dinamismo em São Paulo

O difícil trabalho de fazer um show de metal progressivo animado do começo ao fim

Rafael Calixto Tauil, do R7


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"Uma hora de música sem intervalo". Poderia ser o slogan de uma rádio ou a descrição de uma canção do Dream Theater. Brincadeiras à parte, este esteriótipo de músicas longas e solos intermináveis foi mais uma vez dizimado no palco pelos integrantes da banda, na noite deste domingo (26), no Credicard Hall, em São Paulo.

Apesar de terem músicas (boas e famosas entre os fãs) que duram mais de 25 minutos cada e primarem pela "virtuosi", pela habilidade com seus instrumentos, os norte-americanos empolgaram bastante o público. A receita for misturar clássicos (como Dark Eternal Night, The Silent Man, Surrounded, Spirit Carries On e Metropolis: Parte 1) com faixas do 11º e mais novo álbum de estúdio, A Dramatic Turn of Events (On The Back of Angels, Lost not Forgotten, Bridges in the Sky, Beneath the Surface, This is the Life). Nenhum deles tão longo assim.

Outro ponto favorável é o carisma do tecladista Jordan Rudess, que faz o que quer com o instrumento (sonora e fisicamente falando). Até chapéu de mago ele usou, fazendo alusão aos telões que decoravam o palco, e teve seu nome mais de uma vez gritado pela plateia. Os também tradicionais James LaBrie, vocalista, e John Petrucci, guitarrista, seguiram a mesma linha - e não fizeram feio.

Na bateria, a turnê é prova de fogo para Mike Mangini, novato na banda, mas que já entrou tendo no currículo o fato de ser um dos mais rápidos do mundo. E ele substituiu um dos ídolos dos fãs, que recentemente deixou o grupo, Mike Portnoy.

Aliás, é isso que o Dream Theater parece, um "dream team". Afinal, todos os músicos são muito competentes em suas áreas. Vale citar aqui John Myung, o baixista, que ficou de fora da lista de menções anteriores. Ele, certa vez, chegou até a dizer que o Dream Theater podia tocar qualquer música que quisesse. Arrogância?

E, como eu disse, o esteriótipo foi mais uma vez quebrado. Mais uma vez porque não é a primeira passagem da banda por aqui. E não deve ser a última: James LaBrie disse que eles voltam para o estúdio em dezembro para compor o novo disco. E que, na próxima turnê, eles devem sim passar pelo Brasil. 

Dream Theater - The Silent Man - São Paulo 26 agosto por esportesdagalera no Videolog.tv.

Telão

Fato interessante foi que o Credicard Hall anunciava todos os seus próximos concertos, nos telões internos da casa, antes do Dream Theater entrar no palco.

A questão é que o público do metal é bem fiel ao estilo e bem "exigente". Todo show de metal é assim, forrado por fanáticos de camiseta preta de banda, que só querem consumir metal. Eles não estão a fim de outra coisa. Não naquele momento. E talvez a casa de shows não saiba disso...

Tanto que começaram a anunciar Ney Matogrosso, Victor e Leo e afins. Alguns nomes causaram tanta revolta no público que foram brutalmente vaiados e xingados - como Luan Santana, Paula Fernandes e até Simple Plan.

Só aliviaram a pressão nomes como Scorpions e o G3, grupo que une três dos melhores guitarristas do mundo. No momento, inclusive, um deles é o Petrucci, do próprio Dream Theater.

 
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