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publicado em 06/10/2009 às 06h01:

Novo disco tem um som mais agressivo, diz vocalista do NX Zero

Diego Ferrero afirma que banda amadureceu e não está para brincadeiras

Debora de Lucas, do R7

Em um papo rápido com o R7, o vocalista do NX Zero, Diego Ferrero, o Di, falou sobre o novo disco da banda – Sete Chaves. O álbum tem 14 faixas inéditas compostas pelo grupo e chegará às lojas no próximo dia 20.

Di aponta a sonoridade agressiva e as letras que não tratam apenas de amor e relacionamentos como pontos fortes do CD.

R7 – Qual é a diferença entre Sete Chave e os outros discos do NX Zero?
Diego Ferrero –
Acho que conseguimos chegar à sonoridade que sempre buscamos. O disco tem um som mais agressivo e, mesmo assim, tocará nas rádios.

A maneira que nos expressamos em nossas músicas mudou. Não forçamos a barra, não falamos só sobre amor e relacionamentos. Falando sobre política, de uma forma que a galera entenda.

R7 – Por exemplo?
Di – A faixa que abre o disco, Só Rezo, é um exemplo disso. Compus essa música depois que fui a comunidades no Rio de Janeiro com a galera do Afroreggae.

Ao visitar esse lugares, percebi que há muita gente boa por lá. A experiência me chamou atenção e comecei a escrever sobre isso de uma forma natural, sem querer ser político. Foi uma parada bem sincera.

Vamos fazer um show gratuito na comunidade do Vigário. A apresentação vai acontecer provavelmente em novembro.

Acho importante chamar a atenção de questões como essa para molecada que gosta da gente. Hoje, já conseguimos fazer coisas assim. Talvez, antes, nós nem eramos maduros o suficiente para nos expressarmos desse jeito.

R7 – No começo da carreira, o NX Zero não era levado a sério. De 2004 para cá, as coisas mudaram?
Di –
Não ficamos rebatendo as críticas. A cada disco, as músicas começaram a falar por nós e fomos ganhado o respeito das bandas que admiramos como Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, O Rappa e Charlie Brown Jr. Esses grupos prestaram atenção nosso trabalho e nos disseram: “Pô moleca, é isso aí, continuem assim”.

Além disso, um público mais velho começou a ir aos nossos shows e curtir o nosso som. Graças a Deus, conquistamos o nosso espaço. Não estamos aqui para brincar, queremos passar uma mensagem legal. Vivemos de música desde cedo e queremos continuar a fazer isso.

R7 – Hoje, o NX Zero é uma banda diferente?
Di –
Com certeza, fomos obrigados a viver cinco anos em um. E, para sobreviver no meio musical, tivemos de amadurecer muito.

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