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publicado em 14/09/2010 às 06h00:

Vocalista do Falamansa conta como foi o desafio de encarar um tumor no cérebro e sair ileso

Tato descobriu por acaso a doença e escapou de ficar com sequelas

Fabian Chacur, do R7

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Tato, cantor e compositor do Falamansa, viveu uma das maiores histórias de sucesso dos últimos anos, quando o disco de estreia do grupo, Deixa Entrar, vendeu quase dois milhões de cópias e tornou-o um ídolo nacional.

Em 2007, no entanto, ele passou por uma situação limite. Um tumor no cérebro descoberto por acaso teve de ser operado, e o artista correu o risco de morte, ou no mínimo de ficar com sequelas que poderiam impedi-lo de continuar sua carreira.

Felizmente, ele conseguiu superar esse desafio. Mais na ativa do que nunca, Tato e o Falamansa estão lançando por seu próprio selo (distribuído pela empresa carioca Acesso) o DVD Falamansa 10 Anos, gravado ao vivo em Caraguatatuba.

Em entrevista exclusiva ao R7, o cantor conta como foi essa experiência.

R7- Quando o Falamansa lançou seu primeiro CD, Deixa Falar,  você esperava que o sucesso fosse tão grande logo de cara?

Tato- Quando a gente inicia uma carreira busca fazer sucesso, e no meu caso como compositor, mais ainda. Mas não imaginava que seria tanto e tão rápido. O legal é que a nossa meta continua a mesma, investindo em forró pé de serra e mensagens positivas nas letras. Nunca seguimos modismos, e se em alguns momentos isso nos prejudicou, hoje vemos que valeu a pena.

R7- As vendagens de vocês caíram muito em função da pirataria. Isso influenciou a agenda de shows de vocês?

Tato- Nunca ganhamos muito com as vendas de CDs. O primeiro vendeu quase dois milhões de cópias. O segundo, 750 mil, e no terceiro, caímos para 70 mil, graças à pirataria. Sabíamos que isso aconteceria, mas os shows nunca pararam. Pelo contrário. Hoje, fazemos rodeios, shows empresariais, o nosso leque de opções aumentou. Nossa média é de 12 a 14 apresentações por mês.

R7- Em 2007 você teve um sério problema de saúde. Como foi superá-lo, após tantas possibilidades negativas que existiam em função dele?

Tato- Tive de extrair um tumor do cérebro. Era algo bem sério, corri o risco de ter problemas com a fala, a coordenação motora. Descobri em um domingo. Estava com muita dor de cabeça, e uma tomografia apontou o problema.

R7- Você sentiu medo antes da operação? Como se preparou para isso?

Tato- Sempre fiz músicas com mensagens positivas, e nunca pensei que Rindo à Toa fosse servir como apoio para mim mesmo. Mas sempre acreditei na alegria como forma de superar os momentos difíceis, e em Deus. Foi tudo muito rápido, descobri o tumor em um domingo, e fui operado em uma terça. Deitei para a cirurgia tranquilo, isso me ajudou bastante. Sempre busquei o bem, tinha fé de que tudo daria certo.

R7- E como foi a recuperação, demorou muito?

Tato- Foi muito rápido. A previsão de volta para mim era de aproximadamente cinco meses, mas em 24 dias eu já estava fazendo shows de novo. Minha cirurgia foi um caso atípico. Também contei com grande apoio dos meus colegas de grupo, somos uma família, recebi um carinho muito grande deles.

R7- Vocês estão lançando um DVD comemorativo dos dez anos de carreira da banda. Como foi a escolha de repertório e do local onde ele foi gravado?

Tato- Grande parte desse trabalho ocorreu com a interação que temos com os nossos fãs. Foi sugestão deles a gravação do DVD em uma praia, e como temos um fã-clube muito grande em Caraguatatuba (SP), acabamos gravando lá. O repertório também saiu de uma enquete. Além dos sucessos, fiquei surpreso com a escolha de O Sol de Hiroshima, que não foi música de trabalho. A mensagem é muito forte.

R7- O trabalho também inclui novidades?

Tato- Sim. Temos quatro músicas inéditas, e também algumas regravações de sucessos de artistas que admiramos, como Luiz Gonzaga (Sanfona Sentida), Dominguinhos (Pedras Que Cantam) e Herbert Vianna/Paralamas do Sucesso (Ska).

R7- O Falamansa sempre teve como marcas as mensagens positivas e também a preocupação ecológica. Isso se manteve?

Tato- Sim, com certeza. Nossa preocupação ambiental é a extensão denosso objetivo de fazer o bem, conscientizar as pessoas sem ser "eco chatos", é melhor falar sobre essas coisas em canções ou em ações concretas. Os figurinos usados no show foram feitos de tecidos feitos com material reciclável, e o cenário usou sete mil fundos de garrafas pet.

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