Entretenimento Preparador das estrelas participa do Festival de Brasília

Preparador das estrelas participa do Festival de Brasília

Oficinas durante festival no DF têm grandes nomes dos bastidores das telonas

Preparador das estrelas participa do Festival de Brasília

Sérgio Penna, ao centro, ao lado do cineasta Fábio Barreto (esq.) e do ator Rodrigo Santoro (dir.): preparador de elenco dos famosos

Sérgio Penna, ao centro, ao lado do cineasta Fábio Barreto (esq.) e do ator Rodrigo Santoro (dir.): preparador de elenco dos famosos

Divulgação

Rodrigo Santoro, Ísis Valverde, Claudia Abreu e Marcelo Serrado já utilizaram seus serviços para construir uma atuação mais potente no cinema e na TV. Ele preparou o elenco de clássicos do cinema brasileiro recente como Bicho de Sete Cabeças e Chega de Saudade, de Laís Botanzky, Batismo de Sangue, de Helvécio Ratton, e Faroeste Caboclo, de René Sampaio.

O nome dele é Sérgio Penna, preparador de elenco paulista radicado no Rio, onde virou queridinho das estrelas.

Seu nome é um dos destaques do programa de oficinas da 47ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que acontece até o próximo dia 23 na capital federal com 60 filmes na programação.

Oito oficinas

O evento tem oito oficinas ao todo. Uma das disputadas é justamente a de Penna, que vai até este domingo (21) na UnB (Universidade de Brasília). Trinta alunos-atores foram selecionados para aprender técnicas do naturalismo tão utilizado no cinema. Penna, que é contratado da Globo, promete ensinar “respiração, memória corporal, tempo real, concentração e verticalidade”.

Mas não são apenas os atores os privilegiados nas oficinas. Uma delas, a de Montagem, é focada para quem quer ficar nos bastidores de um filme em uma das funções mais importantes para que este tenha uma linguagem marcante e inovadora. Karen Akerman, montadora do filme O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra, está no comando da oficina e promete “mostrar o poder da montagem para o discurso da narrativa no cinema”.

Os amantes do som focam na Oficina de Desenho de Som, que faz um panorama da evolução do áudio no cinema brasileiro, com José Luiz Sasso, um dos grandes nomes da área e responsável pela mixagem do primeiro filme Dolby do Brasil, Corações a Mil, de Jom Tob Azulay, de 1983. Uma das lições que ele promete ensinar é “o som ruim nunca ficará bom, mas o som bom pode ficar ruim”.

O Documentário é tema da oficina de Joel Pizzini, diretor de Olho Nu, sobre Ney Matogrosso. Ele ensina 35 possíveis novos representantes do cinema verdade. Ainda há uma oficina focada no cineclube, com Ana Arruda e Thay Limeira, a de introdução à direção de arte, com Moacyr Gramacho, e também a de maquiagem de efeitos especiais e caracterização cinematográfica, com Ana Pieroni. Outra oficina fundamental para quem deseja fazer cinema nos dias de hoje é a que destrincha novas formas de produção baseada em redes colaborativas, dada por Cavi Borges.

 

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