Entretenimento Renata Spallicci fala sobre a inspiração para o seu livro, Do sonho à realização

Renata Spallicci fala sobre a inspiração para o seu livro, Do sonho à realização

Aos 35 anos, empresária e atleta ainda criou a editora Legacy

Renata Spallicci fala sobre a inspiração para o seu livro, Do sonho à realização

Livro vai ser lançado em 18 de maio

Livro vai ser lançado em 18 de maio

Divulgação

Renata Spallicci sofreu bullying quando era jovem por não estar nos padrões estéticos impostos pela sociedade. Hoje, aos 35 anos, a empresária reuniu suas experiências em seu livro Do sonho à realização, que será lançado dia 18 de maio.

— Escrever um livro sempre foi um sonho. Eu fui criada escutando aquela frase “Todo mundo precisa plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro”. Com o início do meu blog, um ano e meio atrás, eu também comecei a ser convidada para palestrar e contar minha história para inspirar as pessoas. A medida em que eu fui recebendo feedbacks e eu me dei conta de que poderia inspirar e empoderar as pessoas, imediatamente eu me apaixonei e resolvi me dedicar de corpo e alma a este propósito. O autoconhecimento teve um papel transformador na minha vida, de uma menina sonhadora, que por sonhar demais se frustrada em não conseguir realizar boa arte de seus desejos, me tornei uma mulher que realiza e compartilha suas experiências para ajudar as pessoas a encontrarem seu propósito e viverem uma vida mais realizada.

Além de lançar seu primeiro exemplar, Renata fundou a editora Legacy. Apesar da crise que assola o país, ela acredita que o “mercado editorial ainda tem muito espaço".

Renata ainda superou as expectativas e se tornou campeã fitness do WBFF (World Beauty Fitness & Fashion), em 2016. De acordo com a empresária, o esporte sempre esteve presente em sua vida, principalmente nas horas difíceis.

— Em 2009 passei por um divórcio que me fez repensar toda a minha vida, e neste momento eu mergulhei com tudo nos esportes. E foi assim que eu me reergui emocionalmente. Enfrentei com coragem uma depressão, síndrome do pânico e através do esporte fui ne sentindo mais viva, com mais garra e mais vontade de batalhar pela busca da felicidade. Em 2016, decidi competir e viajei para os Estados Unidos. Em dezembro, trouxe para o Brasil três troféus e me tornei atleta profissional de fisiculturismo pela WBFF.

A atleta ainda contou que sua paixão pelo esporte a incentivou num projeto social.

— Eu tinha um grande sonho de realizar um projeto social que levasse através do esporte e da pratica de uma vida mais saudável uma oportunidade as crianças e jovens da comunidade de Paraisópolis. Um dia tive um insight e o movimento social "Fit do bem" começou a tomar forma. Hoje, oito meses depois já realizamos mais de seis eventos sociais e o movimento vem crescendo a cada dia. 

    Access log