31 de Outubro de 2014

Notícias

publicado em 19/12/2012 às 02h00 : atualizado em: 21/12/2012 às 21h52

Acrobacia na corda vira febre na orla do Rio; veja manobra de campeões da categoria

Igor Zambelli, 19, se tornou campeão mundial de trickline após dois anos de prática

Pedro Neville, do R7, no Rio

Texto:-A+A


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As manobras dos praticantes de trickline atraem a atenção de quem passa pela praia de Ipanema, na zona sul do Rio, nos finais de tarde. É perto do posto 10 que Igor Zambelli, de 19 anos, se reúne com amigos para fazer o que mais gosta: dar saltos mortais sobre uma corda elástica de 5 cm de largura (assista ao vídeo abaixo).

 

O esporte surgiu há cerca de cinco anos como uma derivação do slackline, que consiste na tentativa de se equilibrar sobre uma corda. Igor começou a praticar há pouco mais de dois anos até que, em setembro, se tornou o campeão mundial da categoria.

— Mandei um vídeo pela internet e fui chamado para participar de uma etapa do campeonato mundial na Áustria, com tudo pago pela organização do evento. Quando cheguei, ninguém me conhecia. Consegui desbancar os favoritos e, na final, venci o número 1 do ranking mundial.

 

Na turma do posto 10 está Giovanna Petrucci, de 15 anos, que apreendeu algumas manobras com Igor e ganhou o título brasileiro de trickline feminino em dezembro, após apenas um ano de prática. Ela conta que demorou cerca de seis meses, treinando quase todos os dias, até conseguir acertar os primeiros saltos.

— No começo é bem difícil manter o equilíbrio sobre a corda. Primeiro você consegue fazer as manobras estáticas [que remetem a movimentos de ioga]. Depois, você já manda o buttbounce [sentar na linha e dar impulso de volta]. Dá um pouco de medo de cair, é claro. Mas a areia não machuca muito.

Além de divertido, o slackline gera o gasto de 700 calorias por hora, segundo Igor. Os praticantes terminam a atividade como se tivessem malhado os músculos das pernas, costas, abdômen e ombros. O exercício permite também uma melhora na concentração.

Há professores em diversos pontos da orla da cidade, sobretudo de Copacabana ao Leblon, que cobram em média R$ 40 por hora de aula. Para comprar uma corda, é preciso desembolsar cerca de R$ 400.

Outra derivação bastante praticada do slackline é o highline, onde os atletas se equilibram sobre cordas em grandes altitudes. A pedra da Gávea, entre as zonas sul e oeste, é considerada o templo do esporte. Saiba mais

 
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