Descobrindo o cinema nacional

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Dicas para comemorar o dia do cinema nacional, com pipoca e bastante emoção

Dicas para comemorar o dia do cinema nacional, com pipoca e bastante emoção

Reprodução

No próximo dia 19 de junho, comemora-se o Dia do Cinema Nacional e, nesta data, é importante pensarmos sobre a rica produção audiovisual brasileira e seus impactos positivos no país e fora dele. O cinema nacional é diverso, plural e repleto de preciosidades. Diversos cineastas, roteiristas, cinegrafistas, produtores, artistas, designers e muitos outros profissionais fazem dele um dos melhores cinemas do mundo. E esse reconhecimento só vem crescendo ao longo das últimas décadas.

Em 1999, o filme "Central do Brasil" ganhou o Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira, além de uma indicação ao Oscar na mesma categoria. Em 2004, a Academia indicou o longa "Cidade de Deus" a 4 categorias. No mesmo ano, a produção "Carandiru" foi nomeada à Palma de Ouro no Festival de Cannes. O sucesso "Tropa de Elite" ganhou o Urso de Ouro de melhor filme no Festival de Berlim. O sensível filme "Que Horas Ela Volta?", de Anna Muylaert, recebeu mais de 30 indicações e premiações em festivais de cinema pelo mundo todo. Em 2019, o elogiado "Bacurau" venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes. Isso apenas para citar alguns exemplos.

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Uma breve história do cinema brasileiro

Os primeiros anos
Muitos historiadores apontam o surgimento do cinema brasileiro no ano de 1898, com os mini-filmes feitos pelos imigrantes italianos Affonso e Paschoal Segreto. Um dos mais conhecidos é o registro da Baía da Guanabara. Os outros filmetes documentários mostram cenas do cotidiano brasileiro, como batizados e festas.

O primeiro cinema do Brasil foi inaugurado em 1909, no Rio de Janeiro, e no mesmo ano o país registrou a marca de 205 filmes produzidos. Dois anos depois, em 1911, houve uma diminuição drástica no número de produções brasileiras por causa da entrada e dominação do mercado cinematográfico norte-americano no país.

Cinema Novo
Somente a partir das décadas de 1940 e 1950, o Brasil passou a ser reconhecido internacionalmente como produtor de um cinema autoral e original, possuindo uma estética própria e realista. Os filmes "Agulha no Palheiro" (1953), "Rio 40 Graus" (1955) e "Rio, Zona Norte" (1957) são expoentes do início de um dos mais célebres movimentos cinematográficos brasileiros, que ficou conhecido posteriormente como Cinema Novo.

O Cinema Novo tinha como principal temática as preocupações e os problemas sociais do país. Os filmes desse movimento possuíam baixo orçamento e ideias muito criativas para retratar aquilo que se pretendia. Outros grandes sucessos desse período são "O Pagador de Promessas" (1962), "Vidas Secas" (1963), "Deus e o Diabo na Terra do Sol" (1964) e "Os Fuzis" (1964), de Anselmo Duarte, Nelson Pereira dos Santos, Glauber Rocha e Rui Guerra, respectivamente.

Cinema nacional nos anos 70 e 80
Com toda a riqueza, profundidade e o sucesso dos filmes do Cinema Novo, a produção cinematográfica dos anos 1970 e 1980 continuou a todo vapor, registrando belos exemplares. Alguns dos grandes filmes dessas décadas são "Bye, Bye, Brasil" (1980), "Pixote" (1981), "Dona Flor e seus Dois Maridos" (1976) e "A Dama do Lotação" (1978).

O cinema nacional tornou-se mais plural nessas décadas e abordou temas mais diversos em seus filmes. Enquanto alguns continuavam a denunciar as mazelas sociais, sobretudo as originadas durante a Ditadura Militar, outros já possuíam um apelo mais comercial, como as comédias pastelão e as pornochanchadas. "Pra Frente Brasil" (1982), "Toda Nudez Será Castigada" (1973) e "Eles não usam Black-Tie" (1981) são algumas das pérolas desse período.

Anos 90 e 2000: Cinema de Retomada
No início dos anos 1990, o Brasil passou por uma terrível fase. Com o fim da reserva de mercado para o cinema brasileiro e a extinção da Embrafilme, a produção cinematográfica no país se mantém quase nula. Somente a partir de 1993 é que se vê o ressurgimento do cinema nacional com a mesma boa qualidade de antes, porém ainda de uma forma limitada.

A partir daí, artistas ajudaram a reerguer o cinema que hoje conhecemos, levando a nossa cultura e arte para outros países e contribuindo para que, atualmente, sejamos reconhecidos como um dos melhores cinemas de todo o mundo.

O cinema nacional e os streamings
Hoje em dia, com o fenômeno dos streamings e serviços on-demand, o cinema nacional ganhou um forte aliado para a sua disseminação e distribuição. Uma dessas plataformas é a Amazon Prime Video que conta em seu catálogo com excelentes filmes brasileiros, como "Cazuza: O Tempo Não Pára" (2004), "Faroeste Caboclo" (2013), "Meu Nome Não é Johnny" (2008), "Orfeu do Carnaval" (1959), "Eu, Tu, Eles" (2000), "O Homem Que Copiava" (2003), "Tapete Vermelho" (2005) e "Somo Tão Jovens" (2013).

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