Cinema e Séries Meryl Streep lê livro pela internet para iniciativa de caridade

Meryl Streep lê livro pela internet para iniciativa de caridade

Cineasta Taika Waititi convocou amigos de Hollywood para lerem em suas salas de estar o clássico 'James e o Pêssego Gigante'

Reuters - Entretenimento
Meryl Streep faz caridade durante pandemia

Meryl Streep faz caridade durante pandemia

REUTERS/Mario Anzuoni - 08/02/2020

O cineasta neozelandês Taika Waititi convocou alguns de seus amigos de Hollywood confinados pelo coronavírus por videochamada para lerem em suas salas de estar o clássico "James e o Pêssego Gigante", de Roald Dahl, para uma iniciativa de caridade.

Waititi, diretor de "Jojo Rabbit" e "Thor: Ragnarok", lê o livro infantil de 1961 do autor britânico enquanto seus amigos --incluindo Meryl Streep, Benedict Cumberbatch e Cate Blanchett-- participam dublando personagens e se divertindo.

Cynthia Erivo, Beanie Feldstein, Josh Gad, Mindy Kaling, Gordon Ramsay, Eddie Redmayne, Olivia Wilde, Ruth Wilson e Archie Yates são alguns dos demais participantes.

Em trailers divulgados nesta segunda-feira, Chris Hemsworth se gaba de sua "amabilidade" ao irmão Liam, astro de "Jogos Vorazes", o que se acredita ser sua primeira atuação conjunta.

As vozes cômicas de Streep estão entre os destaques, e provocaram risadas em Cumberbatch.

O romance será lido em 10 episódios, e os dois primeiros estão disponíveis a partir desta segunda-feira no canal de YouTube de Roald Dahl. Os fundos arrecadados irão para a Partners In Health, uma instituição de caridade de saúde materna de Serra Leoa.

Waititi, ganhador do Oscar, disse que ele mesmo é "uma criança adulta" que leu o livro muitas vezes para suas filhas.

O livro trata das aventuras de um órfão em um mundo mágico surreal dentro de um pêssego gigante, e Waititi diz que é a história perfeita para os tempos de confinamento.

"Esta história doida e maravilhosa diz respeito à resistência das crianças, ao triunfo sobre a adversidade e a se lidar com a sensação de isolamento, o que não poderia ser mais relevante hoje".

(Por Peter Graff)

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