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publicado em 04/03/2010 às 21h42:

Ironia impera em filme estrelado por Clooney

Os Homens que Encaravam as Cabras ainda traz Jeff Bridges no elenco

EFEEFE

Com um humor muitas vezes absurdo, George Clooney leva ao cinema junto a Ewan McGregor, Kevin Spacey e Jeff Bridges Os Homens que Encaravam as Cabras, um filme irônico, crítico e repleto de personagens surrealistas.

O ator Grant Heslov se cercou de nomes conhecidos para seu segundo trabalho como diretor. Nele, leva ao cinema o livro de mesmo título do britânico Jon Ronson, baseado nas teorias psicológicas aplicadas pelo Exército americano após a Guerra do Vietnã. Assim, a amalucada comédia lança uma crítica direta à guerra e às estruturas militares, com uma trama repleta de cinismo e ironia.

A história se passa no Iraque após a queda de Saddam Hussein e conta as descobertas de Ronson (Ewan Mcgregor), que revelou os experimentos sobre questões paranormais realizados no Exército americano. Em seus livros, Ronson diz que essa corrente espiritual serviu de inspiração para as modernas técnicas de tortura utilizadas nas prisões de Guantánamo e em Abu Ghraib.

Com situações raras e personagens tão irreais que acabam sendo críveis, Heslov constrói um trabalho que se sustenta pela veia cômica e arruaceira dos atores. Frente à aparente seriedade do personagem de Mcgregor, o único não militar, os de Clooney, Spacey e Bridges superam todos os limites da normalidade e entram diretamente no território da influência do LSD. Um exemplo é a técnica dos 'olhos brilhantes' com que Lynn Cassady (Clooney) assegura controlar qualquer situação, seguindo as doutrinas de seu guru, o ainda mais surrealista Bill Django (Bridges), expulso do Exército. 

O longa tenta seguir a linha de filmes como E aí, Meu Irmão, Cadê Você? (2000) e Queime Depois de Ler (2008), duas joias da comédia dos irmãos Cohen. Porém, o filme, que estreia em abril no Brasil, fica mais perto de Três Reis (1999), com o qual compartilha uma falta de força e de continuidade na narração.

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