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publicado em 16/04/2013 às 00h20:

R7 já viu: assustador e hilário, A Morte do Demônio presta homenagem a um clássico do terror!

Refilmagem inova sem tirar brilho da produção, que fez sucesso há mais de 30 anos

Felipe Gladiador, do R7


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Um grupo de jovens bonitos numa cabana no meio do mato, sozinhos, sem qualquer tipo de comunicação. Você já viu isso antes e sabe que não vai dar certo desde o começo, mas por que não ficar até o final e descobrir qual será o elemento que causará mudanças drásticas nessa batida trama? Ainda que a maioria dos filmes de terror recentes tenham se apoiado em “muletas” frágeis e saídas fáceis para contar suas histórias, alguns conseguem surpreender. A Morte do Demônio, que estreia nesta sexta-feira (19), é um ótimo exemplo para ilustrar a exceção.

O R7 já assistiu ao filme que está surpreendendo os críticos e fazendo sucesso entre o público dos Estados Unidos. A trama é uma refilmagem de um clássico do terror da década de 80, dirigido pelo cultuado Sam Raimi, que entrou para o time dos diretores mais poderosos de Hollywood ao conduzir a franquia original do Homem-Aranha e o novo Mágico de Oz, mas que tem uma legião de fãs por conta de seus filmes de terror considerados violentos e, ao mesmo tempo, bem-humorados.

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A nova versão é dirigida pelo uruguaio estreante Fede Alvarez. Raimi participa como produtor, o que já dá certa tranquilidade aos fãs que torceram o nariz para a ideia de uma refilmagem. E o longa é a combinação perfeita de elementos utilizados por Raimi em seus trabalhos antigos à tecnologia de ponta existente no cinema atual, tudo dosado na medida. Não tem efeitos especiais toscos, não tem sangue criado digitalmente e, ainda bem, não tem câmera na mão, jeito de filmar que virou uma epidemia nas produções de terror. O filme usa e abusa de sangue falso, maquiagem, próteses, entre outros elementos reais que deixam tudo ainda mais nojento e assustador. Foram usados cerca de 50 mil galões de sangue de mentira! Ou seja, nada daquelas aberrações criadas no computador que só servem para provocar risos.

Não que você não vá se rachar de rir: você vai, mas pelos motivos certos. Algumas situações criadas pelo roteiro caminham numa tênue linha entre o comicamente genial e a “vergonha alheia”, mas a maioria delas aponta mesmo para o lado inspirado da coisa. São pequenas piadas inseridas de maneira brilhante em momentos de tensão que ajudam a tirar um pouco do choque que é ver tanta carnificina na tela.

A história gira em torno de um grupo de amigos que decide passar uns dias em uma cabana abandonada no meio do nada para que a jovem Mia (Jane Levy), que é viciada em drogas, consiga “ficar limpa”. Lá, um deles encontra um livro com feitiços capazes de invocar demônios. Daí para a frente, qualquer informação pode estragar as muitas reviravoltas que agitam a trama.

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Vale destacar o elenco que, apesar de jovem e desconhecido, consegue entregar boas performances. Afetada e cheia de trejeitos, a protagonista Jane Levy rouba a cena em diversos momentos. É impossível não dar risada com as cenas em que ela está sozinha dentro de um porão.

Tirando todo o sangue, a fotografia é “gelada” e ajuda a aumentar a tensão e a sensação de desespero vivida pelos personagens. A trilha sonora também é caprichada e remete diretamente aos clássicos de terror do passado.  

Por mais que A Morte do Demônio tenha diferenças se comparado com o filme original — afinal mais de 30 anos separam as versões – a refilmagem se consolida como um dos melhores terrores a passar pelas salas de cinema nos últimos anos. Enquanto a maioria das produções do gênero usam câmeras distorcidas, efeitos digitais e firulas sonoras para assustar, a equipe envolvida na refilmagem escolhe, por exemplo, dar close em feridas abertas, de maneira bem direta e crua.

Como os estúdios de cinema estão refilmando, recriando e reaproveitando todas as franquias que puderem, fica um pouco difícil entender o motivo de ver seu filme favorito sendo lançado em uma nova versão. No entanto, se salvam as adaptações que prestam homenagens, que apresentam sucessos a novas gerações, mas que não agridem aos olhos mais nostálgicos.

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No fim da sessão de A Morte do Demônio, os fãs do original terão vontade de assisti-lo novamente. Não porque o novo decepciona, mas sim porque ele traz, justamente, uma boa sensação de nostalgia. E não existe melhor homenagem que a lembrança. Mesmo que ela esteja banhada em litros e litros de sangue de mentirinha.

Vale avisar que existe conteúdo durante e depois dos créditos, até com uma surpresa para fãs de terror. Então espere um pouco para sair do cinema depois que o filme acabar.

Assista abaixo ao trailer de A Morte do Demônio.

Trailer- A Morte do Demônio por trailers no Videolog.tv.

 

 

 

 

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