Filha de Steven Spielberg anuncia carreira na indústria pornográfica

Mikaela Spielberg contou ao tabloide britânico The Sun que sente "vontade de fazer esse tipo de trabalho" e que o pai não está "chateado"

Filha do cineasta contou que os pais ficaram "intrigados", mas não "chateados"

Filha do cineasta contou que os pais ficaram "intrigados", mas não "chateados"

Reprodução/Instagram

Mikaela Spielberg, filha adotiva do cineasta Steven Spielberg com a mulher, Kate Capshaw, anunciou que vai entrar para a indústria pornográfica. A notícia foi divulgada pelo tabloide britânico The Sun.

De acordo com a publicação, a jovem de 23 anos disse que está iniciando na carreira produzindo vídeos solo com conteúdo adulto. Disse ainda que neste trabalho não contracenaria com ninguém mais por respeito ao seu noivo, Chuck Pankow, de 47 anos. 

O depoimento de Mikaela foi feito por meio do FaceTime, e na rede, a filha do cineasta contou que os pais ficaram "intrigados", mas não "chateados" com sua escolha. 

Mikaela disse ainda que seu maior desejo é ter independência financeira

Mikaela disse ainda que seu maior desejo é ter independência financeira

Reprodução/Instagram

Ao The Sun, Mikaela disse: "Eu me cansei de não poder capitalizar meu corpo e, francamente, me cansei de ser instruída a odiar meu corpo. E eu também me cansei de trabalhar dia a dia de uma maneira que não estava satisfazendo minha alma."

"Sinto vontade de fazer esse tipo de trabalho, sou capaz de 'satisfazer' outras pessoas, mas isso é bom porque não é de uma maneira que me faça sentir violada", disse. 

Em outro momento, Mikaela declarou. "Meu corpo, minha vida, minha renda, minha escolha. Não devo a uma única pessoa minha autonomia ou virtude apenas por causa de um nome."

Mikaela disse que já começou a produzir conteúdos individuais

Mikaela disse que já começou a produzir conteúdos individuais

Reprodução/Instagram

A filha de Spielberg disse ainda que seu maior desejo é ter independência financeira. "Minha principal esperança é que eu chegue a um lugar lucrativo o suficiente para não ficar presa financeiramente por coisas. E então posso realmente começar a dizer às pessoas que não há nada de errado comigo usando meu corpo de uma maneira que seja confortável para me sustentar. Não posso ficar dependente dos meus pais ou mesmo do estado - não que haja algo errado com isso - simplesmente não me sinto confortável."

"Esta é uma escolha positiva e empoderadora, percebi que não há vergonha em ter um fascínio por esse setor e querer fazer algo que seja seguro, são e consensual", concluiu Mikaela.