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publicado em 30/09/2009 às 00h49:

Szafir conversa com Sasha sobre sexo e drogas

Ator diz que ele e Xuxa são bem abertos quando se trata da educação da filha

Cléo Francisco, do R7

Na continuação desta entrevista, Szafir fala sobre como ele e Xuxa fazem para abordar com a filha assuntos mais sérios. O astro também revela como é a relação da filha com dinheiro.

R7 – Vocês conversam sobre tudo?
Szafir
– Quase tudo que a idade permite. Somos bem mais abertos do que os meus amigos. Encontro uma maneira de falar de tudo.

R7- Isso inclui sexo, drogas...
Zsafir - Sim, tudo. Até porque uma pessoa de 11 anos hoje não é igual a mim quando eu tinha essa idade. São muito mais avançados do que a gente era. Tem um lado bom e outro ruim. Eles crescem muito mais rápido e perdem a ingenuidade e a pureza mais rápido também.

R7 – Mesmo sem precisar, você trabalhava como office boy na empresa do seu pai na adolescência. Está passando essa educação para Sasha, que não precisa trabalhar?
Szafir
- Todo mundo precisa. Não é questão de conseguir o dinheiro, mas de amadurecer e desenvolver seus conhecimentos, sua experiências. Ela tem idéia do valor do dinheiro. Meu pai incutiu na gente a importância da responsabilidade. Trabalho desde os 13 anos. Fui boy, estoquista, vendedor até chegar ao nível de direção.

R7- Sasha lida bem com dinheiro?
Szafir
- Ela é ponderada. Outro dia no shopping, tinha visto uma tiara e disse a ela: “Ficou bonito em você. Compra”. Ela disse: “Ah pai, já tenho outras”. Não é porque veio fácil, que ela não dá valor. Por mais que a gente mimou muito, exageradamente.

R7 - Vocês a mimaram muito?
Szafir
- Ah, com certeza. A Xu principalmente. Mas ela é uma menina com boa cabeça.

R7- Nunca quis ter outro filho?
Szafir
- Não sei. Antigamente queria ter uma família grande. Hoje em dia, a gente vive num momento do pais extremamente violento. Ela já não vai ter a infância que tive, de pegar a bicicleta de manhã e só voltar de noite. Está complicado. Uma só já é muita preocupação. Não por ela, mas pelos outros. Hoje em dia, a coisa mais normal no Rio é ouvir que alguém foi atingido por bala perdida. A gente vê hospitais públicos caindo aos pedaços. Que pais é esse?

R7 - Já pensou em mudar de país por conta disso?
Szafir
- Só todo dia. Penso, sim. Trabalho aqui, minha vida é aqui, mas estou o tempo inteiro pensando em negócios fora. Se tivesse a oportunidade, não pensaria duas vezes. Por mais que ame esse país. Não há país nem povo como esse. Dizem que não dá para coibir a violência. Claro que dá. Todo mundo sabe de onde vem. Não resolvem porque não querem.

R7 – Para qual país iria?
Szafir - Não sei. Mas seria um país com menos violência. E lugar com menos violência que o Brasil fica fácil.


R7 - Levaria sua família?
Szafir - Com certeza, tenho vontade. Mas vontade é uma coisa e realidade, outra. Mas a violência me faz pensar todo dia em sair do país.


 
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