Famosos e TV Nova série do 'JR' sobre tráfico de pessoas é vice-líder absoluta

Nova série do 'JR' sobre tráfico de pessoas é vice-líder absoluta

A reportagem garantiu 13 pontos de média em São Paulo; no Rio o programa obteve a maior audiência de 2021

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'Jornal da Record' vai ao ar em cinco edições diárias

'Jornal da Record' vai ao ar em cinco edições diárias

Record TV

Na noite da última segunda-feira (10), o Jornal da Record estreou a série de reportagens Aprisionadas, que foi ao ar das 20h51 às 21h. Nesta faixa, a matéria garantiu, em São Paulo, 13 pontos de média, enquanto a terceira colocada obteve 7 pontos de média. A reportagem contou a história de uma jovem de 19 anos que foi à Turquia escondida da mãe e a Agência Brasileira de Inteligência acredita que ela foi aliciada pelo Estado Islâmico. 

Em seu horário completo, das 19h55 às 21h, o Jornal da Record, apresentado por Christina Lemos e Luiz Fara Monteiro, consolidou o segundo lugar isolado com 10 pontos de média, pico de 13 pontos e share de 14%, contra 6 pontos de média da terceira colocada.   

No Rio de Janeiro, o programa conquistou a segunda posição absoluta com  11 pontos de média, o maior índice de audiência de 2021 e mais que o dobro da concorrente, que ficou com 5 pontos de média.  O jornalístico ainda obteve pico de 13 pontos e share de 15%, o segundo maior do ano.

A série de reportagens foi vice-líder isolada ao marcar 13 pontos de média, novamente mais que o dobro da terceira colocada, que registrou 6 pontos. 

Segundo de episódio de 'Aprisionadas' vai ao ar nesta terça (11)

Segundo de episódio de 'Aprisionadas' vai ao ar nesta terça (11)

Divulgação/Record TV

O segundo episódio de Aprisionadas vai ao ar nesta terça-feira (11) com reportagem em linguagem de HQ, formato inédito na TV aberta nacional

A nova série do Jornal da Record, sobre tráfico humano, traz, nesta terça-feira (11), uma reportagem produzida de forma inédita na TV aberta brasileira. Pela primeira vez, uma emissora apresenta uma reportagem em um telejornal com uso da linguagem dos quadrinhos, 

O tráfico internacional de pessoas é o segundo crime mais rentável no mundo, atrás apenas do de drogas e armas, e movimenta R$ 183 milhões por ano. A nova série especial conta, em quatro reportagens, o drama vivido por brasileiras vítimas desse tipo de crime. Todos os casos tem um ponto de partida em comum: o aliciamento pelas redes sociais. Quatro temas serão desenvolvidos: grupos extremistas, tráfico de órgãos, exploração sexual e escravidão contemporânea.

A repórter Thais Furlan teve acesso a denúncias de mulheres que eram levadas, num esquema criminoso de tráfico de órgãos, para o exterior. Uma delas, traumatizada, não quis gravar entrevista para as câmeras, mas narrou em áudio tudo o que aconteceu. E, para contar essa história, a equipe do Jornal da Record, aposta no jornalismo em quadrinhos.

Para não expor essa vítima, a segunda reportagem da série, exibida na terça-feira, 11/05, une o desenho e a voz para apresentar um crime. Alexandre de Maio, uma das maiores referências do país em jornalismo em quadrinhos, faz parte desse projeto. Jornalista premiado no Brasil e no mundo, ele prova que os quadrinhos também podem informar. A história é real e, por meio do desenho, é possível revelar detalhes do local, do suspeito e de todas as situações. Imagens que a Record TV não mostra para preservar a vítima, mas, com o uso da HQ, ajuda o telespectador a entender a história.

O projeto foi desenvolvido pela Diretoria de Conteúdo, que busca novos formatos e linguagens para o jornalismo da Record TV. Muitos relacionam os quadrinhos a uma leitura juvenil, mas, com esta reportagem, o público vai se dar conta de como os desenhos podem ser uma ferramenta importante para informar, com clareza e precisão.

A série estreou na noite da última segunda-feira, com o caso de uma jovem de 19 anos que se envolveu com grupos extremistas e viajou para a Turquia. Desde então, a família, que vive em São Paulo, não consegue ter notícias de seu paradeiro. 

E na matéria sobre exploração sexual, no ar na quarta-feira, destaque para a ação de agentes da imigração de Londres que salvaram uma brasileira de ser vítima deste crime que afeta quase 5 milhões de pessoas no mundo.

A última reportagem da série revela como duas mulheres bem-sucedidas tornaram-se vítimas da chamada escravidão contemporânea. Enganadas por homens que prometiam uma vida de luxo e fantasia na Turquia, as brasileiras, quando se encontraram com os companheiros, perceberam que a realidade era completamente diferente. Elas não podiam sair de casa, faziam serviços domésticos, cuidavam de idosos, e eram castigadas diariamente.

As reportagens são de Thais Furlan, Fernanda Camargo, Daniel Arcanjo e Lucas Bueno, com coordenação de Rosana Teixeira.

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