Famosos e TV Ordem dos Músicos do Brasil emite nota de repúdio sobre o cantor Belo

Ordem dos Músicos do Brasil emite nota de repúdio sobre o cantor Belo

'A prisão retrata e confirma a falta de iniciativa de legislação no setor da cultura', diz documento assinado por Gerson Tajes

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Resumindo a Notícia

  • Conselho Federal da Ordem dos Músicos do Brasil se manifesta sobre o caso Belo
  • 'Prisão retrata e confirma a falta de iniciativa de legislação no setor da cultura', diz a nota
  • Músico foi preso por realizar show em meio à pandemia
  • Cantor vai responder a quatro processos
Na saída da Polinter, Belo não falou com a imprensa

Na saída da Polinter, Belo não falou com a imprensa

AgNews

O Conselho Federal da Ordem dos Músicos do Brasil emitiu nesta quinta-feira (18), uma nota de repúdio se solidarizando com o cantor Belo, que responderá por quatro crimes após realizar um show no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, em meio à pandemia.

O músico, que passou a última madrugada preso na Polinter, foi autuado por infração de medida sanitária, crime de epidemia, invasão de prédio público e associação criminosa.

"A Ordem dos Músicos do Brasil Conselho Federal vem através desta se solidarizar com o músico e artista @belo pelo ocorrido recentemente e com todos os músicos e artistas do nosso país. Não podemos mais aceitar essas atitudes!! Repudiamos essa atitude das autoridades!!", diz um trecho do comunicado.

O cantor Belo deixou a Polinter às 11h20 desta quinta-feira (18) e não falou com a imprensa, após ser preso ontem (17) por aglomeração durante o show que aconteceu no último sábado (13) no Complexo da Maré, na zona norte do Rio.

Na operação, chamada de "É o que eu mereço", foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e cinco de busca em apreensão. Além do cantor, dois sócios da produtora responsável pelo evento também foram detidos. Segundo informações da RecordTV Rio, o quarto mandado é contra um traficante da comunidade Parque União.

A polícia ainda apura a invasão ao colégio público onde foi realizada a apresentação, sem a autorização da Secretaria estadual de Educação. Nas imagens, as salas de aulas foram utilizadas como camarotes no evento.

Além das prisões, a Justiça também decretou a suspensão das atividades da sociedade empresária Série Gold, bem como o bloqueio das contas bancárias dos investigados, até que se apure os prejuízos causados pela conduta criminosa.

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