Outer Space EA investiga caso de funcionário que teria vendido cartas de FIFA Ultimate Team aos jogadores

EA investiga caso de funcionário que teria vendido cartas de FIFA Ultimate Team aos jogadores

Já sob pressão por legisladores da Europa em torno da mecânica de lootbox, a EA Sports agora enfrenta um possível escândalo interno envolvendo a venda ilegal de cartas raras do Ultimate Team por um funcionário. O caso, que já repercute com a hashtag “#EAGATE” nas redes sociais, envolve pelo menos um funcionário da EA que… O post EA investiga caso de funcionário que teria vendido cartas de FIFA Ultimate Team aos jogadores apareceu primeiro em Outer Space.

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Já sob pressão por legisladores da Europa em torno da mecânica de lootbox, a EA Sports agora enfrenta um possível escândalo interno envolvendo a venda ilegal de cartas raras do Ultimate Team por um funcionário.

O caso, que já repercute com a hashtag “#EAGATE” nas redes sociais, envolve pelo menos um funcionário da EA que teria sido capaz de creditar as cartas do Ultimate Team nas contas de determinados jogadores, mediante o pagamento de valores em torno de mil euros por pacote.

Entre os negócios estão um pacote de 750 euros para dois jogadores icônicos e até 1.700 euros para 3 ícones e 2 jogadores do ano. O preço, que parece muito alto, seria proporcional ao investimento necessário em tempo de jogo para adquirir estes jogadores lendários em leilão, ou ter uma chance de consegui-los pelas lootboxes. No caso de cartas de ícones do futebol como Zidane, Pelé ou Ruud Gullit, as chances de conseguir uma são estimadas em menos de 1%.

A EA reagiu às alegações de fraude publicando um comunicado no qual diz que está investigando o caso.

“Estamos cientes das alegações que circulam atualmente em nossa comunidade em relação às recompensas do FIFA 21 Ultimate Team. Uma investigação completa está em andamento e, se identificarmos um comportamento inadequado, tomaremos providências imediatas. Queremos ser claros: este tipo de comportamento é inaceitável e não endossamos de forma alguma o que se supõe que tenha acontecido aqui. Entendemos que esta situação levanta preocupações sobre o equilíbrio do jogo e da competição. Manteremos a comunidade informada assim que esclarecermos a situação”, publicou a editora.

Alguns países europeus, como Bélgica e Holanda, já impuseram à EA eliminar todas as microtransações dos modos Ultimate Team. Já proibida na Bélgica a pedido da Gambling Commission, a compra de FIFA Points também está ameaçada na Holanda, outro território que examina regularmente o efeito de mecanismos de compra semelhantes aos jogos de azar. O Reino Unido e a Alemanha também estão examinando a questão, um para regulamentar as lootboxes como jogos de azar, e o outro para tornar os jogos em questão recomendados apenas para menores de 18 anos.

Os modos Ultimate Team dos jogos da EA Sports atraem hoje mais de 30 milhões de jogadores, sendo o de FIFA o mais popular. É um dos negócios mais lucrativos da EA, que faturou cerca de 790 milhões de euros a partir das micro-transações no último trimestre de 2020.

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