R7 - Entretenimento

Buscar no site
Eu quero um e-mail @R7
Esqueci minha senha

27 de Maio de 2016

Você está aqui: Página Inicial/Entretenimento/Música/Notícias

Icone de Música Música

publicado em 05/10/2009 às 11h23:

A carreira musical de Rodrigo Faro

Apresentador de Ídolos já gravou discos e fez parte do grupo Dominó

Fabian Chacur, do R7

Desde moleque, o paulista Rodrigo Faro encara a música como uma de suas paixões. Muitos o conhecem mais como ator ou então como o apresentador dos programas televisivos Ídolos e Melhor do Brasil. Mas a verdade é que Faro já gravou discos, fez inúmeros shows e encara a música como uma paixão em sua vida. Saiba mais sobre esse lado do astro em entrevista exclusiva ao R7.

R7- Muita gente não se lembra mas você fez parte do Dominó de 1992 a 1994. Como foi essa fase de sua carreira?

Rodrigo Faro - Participar do Dominó foi um laboratório para a minha carreira musical. Entrei no lugar do Afonso Nigro, que saiu para investir em uma carreira solo. Viajei pelo país todo. Eu já tinha gravado para o disco de um programa infantil que apresentei e também gravei mais de 400 jingles. Mas esse disco com o Dominó foi o primeiro de maior repercussão do qual participei. Gravei o vocal principal em três das dez músicas. Foi muito gostoso participar do grupo. As meninas corriam atrás da gente mas eu sempre fui muito sossegado e consegui administrar bem essa fase.

R7 - Você teve algum tipo de preparação especial para a música, tipo estudar?

Faro - Fiz musicais em teatro como Peter Pan por exemplo. O musical exige muita versatilidade de quem trabalha nele, pois você precisa cantar, dançar. Fiz aulas de canto, expressão corporal e diversos outros, mesmo antes de integrar o Dominó e desde os tempos de moleque.

R7 - Como foi que surgiu a oportunidade de gravar seu primeiro disco solo, que saiu pela Sony Music em 2000?

Faro - Tudo começou quando gravei a música Meu Heroi com a Angélica, música que fez parte de um disco dela e fez muito sucesso. Participei de alguns shows dela cantando essa música e o Michael Sullivan, produtor e compositor de muito sucesso (trabalhou com Sandra de Sá, a própria Angélica, Rosana, Gal Costa e inúmeros outros) gostou muito de mim. Foi ele quem me indicou para a Sony, que me contratou para gravar um disco solo. Trabalhei com o Sullivan e também o Cesar Augusto, produtor do Leonardo.

R7 - E como foi a repercussão do CD? Teve boa vendagem?

Faro - Foi muito bom trabalhar com o Sullivan e o Cesar Augusto. O disco vendeu em torno de 40 mil cópias, um bom resultado. Fiz um bom número de shows pelo Brasil, programas de televisão, fiz bastante coisa. E a regravação da música Não Diga Nada (Prêntice/Ronaldo Monteiro de Souza), que fez sucesso com o Prêntice em 1986, tocou bem nas rádios.

R7 - No Brasil, costuma acontecer um preconceito com os artistas que se dedicam a várias atividades. Você sofreu com isso?

Faro - Nunca sofri preconceito por ser ator, cantor e apresentador, pois basta a pessoa me ouvir para saber que não é uma aventura, que não sou um aproveitador.

R7 - O sucesso do primeiro disco não o incentivou a lançar um outro em seguida?

Faro - Na verdade, eu gravei um segundo CD, que acabou não sendo lançado. A Globo, onde eu trabalhava na época, me podou um pouco, não queria que eu me dedicasse tanto à carreira de cantor. Não foi algo explícito, foi nas entrelinhas, tipo não me liberando para participar de programas em outras emissoras para divulgar discos etc. Era para ter saído por um selo vinculado à Universal Music.

R7 - Como era esse disco? Você pensa em lançá-lo um dia?

Faro - A fita master (fita a partir do qual o CD é feito) está comigo. O repertório inclui regravações de músicas como A Lua e Eu e Coleção, do Cassiano, ficou em uma linha pop meio soul, no estilo de Tim Maia, Cassiano. Não penso em lançar não. Se eu puder me dedicar novamente à carreira como cantor prefiro gravar um novo disco.

R7 - E isso pode acontecer em breve ou é um plano para o futuro?

Faro - Não penso nisso no momento não. Agora é a hora do apresentador.

R7 - Como apresentador de Ídolos, como você encara os candidatos? Você se enxerga neles? E como está o nível deles em 2009?

Faro - Sei exatamente o que se passa pela cabeça dos candidatos, pois passei por isso, volta um filme na minha cabeça. Tive de ouvir muitos nãos durante a minha carreira. O nível dos candidatos do Ídolos está muito melhor do que o do ano passado, muito alto. Há muitos talentos por aí e o programa dá a oportunidade para que essas pessoas apareçam.

R7 - Quem são os seus artistas prediletos?

Faro - Sempre gostei muito de Djavan, Freddie Mercury, Cassiano, Stevie Wonder, Maria Bethânia, Gal Costa, Tom Jobim, João Gilberto.... É o que ouço até hoje. Para mim o maior compositor que existe é o Chico Buarque. E meu sonho de compositor nunca será realizado, que era ouvir uma música de minha autoria na voz do Freddie Mercury.

R7 - De tudo o que você já fez em sua carreira, o que mais te agrada?

Faro - Apresentador de programas de tevê é o que eu mais gosto de ser.

R7 - Você ouve música em casa?

Faro - Quando eu chego em casa as minhas filhas (Clara, de quatro anos e Maria, de um) me alugam, eu me dedico mais a elas, não dá tempo de fazer muita coisa. Mas quando vou tomar banho ou malhar, sempre ouço música. E quando estou guiando, também. Música é o tema da minha vida, está sempre me acompanhando.


 
Veja Relacionados:  rodrigo faro,dominó,programa ídolos,música
rodrigo faro  dominó  programa ídolos  música 
 
Espalhe por aí:
  • RSS
  • Flickr
  • Delicious
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google
 
 
 
 

Fechar
Comunicar Erro

Preencha os campos abaixo para informar o R7 sobre os erros encontrados nas nossas reportagens.

Para resolver dúvidas ou tratar de outros assuntos, entre em contato usando o Fale Com o R7
Mensagem enviada com Sucesso!Erro ao enviar mensagem, tente novamente!

 

 


Shopping