Estreia: Torre viaja no tempo através da canção no disco “Pág. 72”

Banda pernambucana está de volta em disco com parcerias com nomes como Barro

Torre

Torre

Tenho Mais Discos Que Amigos
Foto por Sophia Lautert Torre é uma banda pernambucana sobre a qual temos falado bastante aqui no TMDQA! Seu mais novo disco, chamado Pág. 72, será lançado oficialmente amanhã (12), mas hoje nós temos o prazer de fazer a estreia exclusiva por aqui e contar mais um pouco a seu respeito. No álbum, o grupo utiliza a canção para viajar no tempo e nos levar, como ouvintes, por uma experiência intimista com a nossa própria infância, fazendo com que a gente entre de cabeça em nossas memórias, lembranças e cenas de um período tão importante na vida de qualquer um. Tudo isso com gravação ao vivo e utilizando melodias suaves, belas guitarras e grandes vocais. Torre - Pág. 72 - Faixa a faixa
Torre - Pág. 72

Torre - Pág. 72

Tenho Mais Discos Que Amigos
Logo abaixo você pode sacar um faixa a faixa que a banda fez e também ouvir o disco. Com produção de Guilherme Assis, ele conta com participações especiais de Gabriel Vaz (Baleia), Gabriel Vallada (Viratempo) e do também pernambucano Barro, com quem o grupo escreveu “Tudo que virá”. A Torre é formada por Felipe Castro (voz e guitarra), Antônio Novaes (guitarra), Danilo Sousa (baixo) e Vito Sormany (bateria). O show de estreia acontecerá no próximo dia 16, Sábado, no festival No Ar Coquetel Molotov, em Recife, e o TMDQA! estará por lá. Divirta-se! 'Festa' Festa abre o disco com uma brincadeira instrumental, cheia de vozes, risadas e recortes. 'Tinta' Tentando sintetizar a imaginação infantil, 'Tinta' narra brincadeiras e aventuras de criança. 'Pra brincar de bola' Pra brincar de bola fala de descobertas e das mudanças dos desejos de uma criança que descobre o que quer ser quando crescer. 'Tudo que virá' Tudo que virá aborda a dualidade do desenvolvimento da relação entre uma criança e de quem dela cuida, passando por diversos estágios da vida. 'Ingazeiro' Estruturado como um conto infantil, 'Ingazeiro' apresenta um ensinamento que se aprende com o tempo de vida, que algumas coisas ruins trazem lições. 'Cachoeiras' Trazendo lembranças que misturam o real e o fictício, 'Cachoeiras' fala sobre distância e saudade. 'Eu não sei crescer' 'Eu não sei crescer' expõe a grande ruptura entre dois momentos, em que um adulto não reconhece tudo que passou para que ele se tornasse o que é hoje. 'Página 72' 'Página 72' sintetiza a reflexão sobre a complexidade das memórias, como não podemos escapar delas e o que aconteceu, embora findo, ainda exista dentro de nós. https://soundcloud.com/torremusica/sets/pag-72/s-bqS4p