Vagalume Jake Gyllenhaal quebra o silêncio sobre a música "All Too Well", de Taylor Swift

Jake Gyllenhaal quebra o silêncio sobre a música "All Too Well", de Taylor Swift

Ator falou sobre ataques virtuais que recebeu após o relançamento da faixa, supostamente, sobre o relacionamento entre os dois no passado

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Jake Gyllenhaal quebrou o silêncio sobre a música "All Too Well", de Taylor Swift, que, supostamente, seria inspirada no curto relacionamento que a cantora teve com o ator no passado, chegando ao fim em 2011.

A faixa, lançada originalmente no álbum "Red" (de 2012), se tornou uma das mais queridas pelo público e voltou a ser bastante comentada após o recente lançamento de uma nova versão com 10 minutos, presente em "Red (Taylor's Version)", regravação do disco que saiu em 2021.

Apesar de Taylor nunca ter mencionado nomes em suas músicas, não demorou muito para que os fãs juntassem os pontos e chegassem a conclusão, ainda na época, de que "All Too Well" era sobre Gyllenhaal.

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Em uma nova entrevista para a Esquire, o ator revelou que não ouviu o álbum e falou pela primeira vez sobre as reações à canção e sobre as mensagens negativas que recebeu em suas redes sociais após o relançamento da faixa, que fez com que ele desativasse a ferramenta de comentários.

"Não tem nada a ver comigo. É sobre a relação dela com os fãs", explica ele. "É a expressão dela. Artistas aproveitam suas experiências pessoais como inspiração, e eu não tenho problema com ninguém por isso."

Sobre ter que desativar seus comentários nas redes, Gyllenhaal diz: "Eu acho importante que, quando os apoiadores [de um artista] são indisciplinados, a gente sinta a responsabilidade de pedir que sejam civilizados e de não permitir o cyberbullying em nome de alguém".

“Isso implora por uma questão filosófica mais profunda. Não sobre um indivíduo em si, mas uma conversa que nos permita examinar como podemos – ou devemos, até mesmo – assumir a responsabilidade pelo que colocamos no mundo, por nossas contribuições para o mundo. Como provocamos uma conversa? Vemos isso na política. Há raiva e divisão, e é literalmente uma ameaça à vida ao extremo”, continuou ele.

“Minha pergunta é: este é o nosso futuro? A raiva e a divisão são nosso futuro? Ou podemos ser empoderados e empoderar os outros ao mesmo tempo em que colocamos empatia e civilidade na conversa dominante? Essa é a discussão que deveríamos ter”, acrescentou o ator.

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Fonte: Vagalume

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