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Análise | Hungry Meem — um banquete de confusão, fofura e ansiedade alimentar

A primeira vez que eu abri Hungry Meem, eu achei que tava entrando num joguinho indie fofo tipo Pikmin que tomou chá de camomila. Sabe...

Game Hall|Do R7

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A primeira vez que eu abri Hungry Meem, eu achei que tava entrando num joguinho indie fofo tipo Pikmin que tomou chá de camomila. Sabe, aqueles jogos com monstrinhos bonitinhos, floresta mágica, um caldeirão gigante e um sistema de crafting que faz a gente suspirar enquanto coleta gravetos? Pois é. Eu achei que era isso. Mas aí… veio o caos. E o caos tem nome, fome e olhos esbugalhados: Meems. Um jogo sobre alimentar monstrinhos… que parecem meus gatos em dia de ração vencida Você começa sua jornada numa vila mágica onde os Meems vivem em paz (teoricamente). Eles são criaturas adoráveis com carinha de “não fui eu” e comportamento de “fui eu sim, e vou fazer de novo”. Seu trabalho? Alimentar essas fofuras, cuidar da saúde física e mental delas (sim, mental!), construir casinhas, explorar uma árvore gigante com cara de calabouço e… tentar não surtar quando um Meem resolve largar tudo porque tá carente de cookie.

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