Dani Souza se revolta com ataque racista contra o marido Dentinho!

A ex-integrante do programa Pânico mostrou a sua indignação e compartilhou mensagem de apoio do jogador brasileiro, com quem é casada há 7 anos

Dentinho e Dani e estão juntos há sete anos

Dentinho e Dani e estão juntos há sete anos

Reprodução

Danielle Souza, 38, fez questão de sair em defesa do marido, o jogador Dentinho, após ele sofreu uma ataque racista no domingo (10), durante um jogo Shaktar Donetsk contra o Dínamo de Kiev, pelo Campeonato Ucraniano. Os dois estão casados há sete anos e têm três filhos.

"Hoje o meu marido foi vítima de mais um episódio de racismo aqui na Europa. É muito triste saber que em pleno 2019 atitudes como essa ainda existem. O que ele sofreu dentro do campo, acontece com milhares de pessoas fora dele. Não podemos aceitar isso jamais! Estamos com você, Vida. Meu orgulho", postou Dani, que trabalhou durante muito anos no programa Pânico.

Vários famosos, inclusive ex-colegas de trabalho de Dani, comentaram a postagem indignados com a situação. 

 "Deplorável, Lamentável, Nefasto...", comentou o humorista Márvio Lúcio, o Carioca.

"Não consigo entender, não entra na minha cabeça esse tipo de situação. Força pra vocês, amiga", afirmou a ex-panicat Dani Bolina.

Dentinho e o jogador Taison foram alvos de um ataque racial por parte das torcidas do Dínamo de Kiev e do Shaktar Donetsk. Ambos sofreram ofensas da torcida visitante e deixaram o gramado chorando. Quando os brasileiros pegavam na bola, os torcedores do Dínamo faziam sons imitando macacos.

Revoltado com a situação, Taison chegou a fazer gestos obsceno e chutou a bola na direção dos torcedores. Foi expulso do jogo. 

"Jamais irei me calar diante de um ato tão desumano e desprezível. Minhas lágrimas foram de indignação, de repúdio e de impotência, impotência por não poder fazer nada naquele momento", postou Taison em uma publicação na rede social.

Dentinho, que não havia se pronunciado após a partida, postou um texto em suas redes sociais, afirmando que foi o pior dia de sua vida.

"Por três vezes a torcida adversária fez sons que lembravam macacos, sendo duas vezes direcionadas a mim. Essas cenas não saem da minha cabeça. Não consegui dormir e já chorei muito. Sabe o que eu senti naquele momento? Revolta, tristeza e nojo de saber que ainda existem pessoas tão preconceituosas nos dias de hoje", disse o jogador brasileiro.