Keila Jimenez Se sobrevivesse à covid, sobrinho de Hebe teria sequelas gravíssimas

Se sobrevivesse à covid, sobrinho de Hebe teria sequelas gravíssimas

Cláudio Pessutti, sobrinho e empresário de Hebe Camargo, morreu após lutar por mais de dois meses contra o coronavírus

  • Keila Jimenez | Do R7

Pessutti e Hebe tinham uma relação de confiança de anos

Pessutti e Hebe tinham uma relação de confiança de anos

Reprodução

Foram mais de dois meses lutando pela vida. O empresário Claudio Pessutti, sobrinho e administrador dos bens de Hebe Camargo, morreu neste domingo (31) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Pessutti estava internado desde 30 de novembro em SP. Intubado, passou Natal, Réveillon na UTI do Einstein, praticamente sem receber visitas.


A única pessoa com acesso a Pessutti era a esposa, Helena Caio, que fez vários testes de covid-19, e não foi contaminada pela doença. Ele foi internado em estado grave duas semanas após receber o diagnóstico da doença.

De lá para cá, o estado de saúde dele só piorou. Teve paradas cardiorrespiratórias e com o agravamento da doença, os médicos já haviam avisado a família que as sequelas seriam graves e irreversíveis. 

"Claudio teria sequelas motoras e mentais graves. Não voltaria a ser o que era", revelou um amigo da família ao blog.

O empresário morreu no início da tarde deste domingo (31), mas a família autorizou a divulgação da notícia apenas horas depois, pois pessoas muitos próximas ainda não haviam sido avisadas.

Empresário e herdeiro de Hebe, Claudio Pessutti sempre cuidou da carreira e administrou os bens da apresentadora. Pessutti morava com a mulher na mansão de Hebe Camargo, localizada no Morumbi, em São Paulo. É ele quem cuidava de todo o acervo da apresentadora, que morreu em 2012.

Claudio Pessuti deve ser enterrado no mesmo jazigo onde está o corpo da tia, no Cemitério do Morumbi.

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