Melhor Não Ler Funcionário justifica má conduta na empresa: 'Eu estava bêbado'

Funcionário justifica má conduta na empresa: 'Eu estava bêbado'

Corpo diretor discute sobre o que é pior: colocar o nome da empresa em jogo, ofender clientes ou beber em serviço

Funcionário sincerão disse que bebeu todas

Funcionário sincerão disse que bebeu todas

Pixabay

Breno Caloi se autodefine como um funcionário "sincerão". Ele deixou claro, desde o dia que foi contratado, que só usaria bermuda e camiseta, jamais pentearia o cabelo e, no máximo, calçaria um tênis, mas que seu negócio era mesmo chinelão de dedo.

Além disso, colocou como condição inegociável prestar seus serviços de influenciador sob a influência de sua droguinha ilícita preferida, pois não há como desempenhar suas funções sem a aparência de desânimo que ela proporciona e sem comprometer a agilidade de suas habilidades motoras.

Sem pestanejar, a empresa concordou com todas as condições e sentiu-se feliz em ter uma pessoa como Caloi influenciando seu grande número de clientes. Tudo estava indo muito bem até que em uma de suas habituais performances, a medida de sinceridade foi longe demais. Milhares de clientes sentiram-se ofendidos e pediram que a cabeça despenteada fosse defenestrada.

Mas antes de deixar a corporação, Caloi fez questão de deixar uma mensagem sincerona: "Gente, eu tava muito bêbado e, cêis sabem... bêbado fala tudo que pensa, né?"

A diretoria da empresa discute se a confissão de beber em serviço prejudica ou não a imagem da corporação, afinal de contas, se ninguém jamais reclamou da apologia feita à droguinha ilícita por que se incomodariam com o uso de uma lícita?

Esta crônica é uma ficção, mas poderia não ser...

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