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Seungri, ex-BIGBANG, é indiciado por mediar prostituição 

Artista também vai responder por jogos de azar e violação das Leis de Câmbio. Outros nove envolvidos no caso Burning Sun também foram indiciados

K Pop|Giovanna Orlando, do R7

Seungri é indiciado por mediar prostituição e outros crimes
Seungri é indiciado por mediar prostituição e outros crimes Seungri é indiciado por mediar prostituição e outros crimes

Seungri, ex-membro do grupo de k-pop BIGBANG, foi indiciado nesta quinta-feira (30) por mediar prostituição, jogos de azar e violar as Leis de Câmbio sul-coreanas. Além dele, outros nove envolvidos no escândalo da boate Burning Sun também foram indiciados.

A acusação pediu um julgamento sumário (onde uma sentença é dada, mas sem o julgamento completo) para Jung Joon Young e outros quatro indivíduos. Joon Young é acusado de ter saído com prostitutas e o antigo CEO da empresa Yuri Holdings, Yoo In Suk, foi acusado de mediar prostituição.

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Apesar do indiciamento, Seungri não será preso. A acusação já pediu duas vezes que um mandado de prisão fosse expedido contra o cantor, mas os dois foram negados no Tribunal e ele segue em liberdade.

O ex-CEO da YG Entertainment, empresa que cuidava da carreira de Seungri e do grupo BIGBANG, Yang Hyun Suk é acusado de ter jogado em cassinos, mas o caso foi transferido para outra promotoria.

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