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'Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania' é início promissor da nova fase da Marvel nos cinemas

Filme se sustenta separadamente como uma interessante aventura, mas, é claro, se conecta com outras produções 

Cine R7|Felipe Gladiador, do R7

Paul Rudd, Kathryn Newton e Evangeline Lilly em cena de 'Quantumania'
Paul Rudd, Kathryn Newton e Evangeline Lilly em cena de 'Quantumania' Paul Rudd, Kathryn Newton e Evangeline Lilly em cena de 'Quantumania'

Depois do sucesso de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, estreia nesta quinta-feira (16) a nova aposta da Marvel nos cinemas: Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania.

Aguardada pelos fãs, a superprodução marca o início oficial da chamada "fase 5" da empresa nas telonas, abrindo de vez o caminho para o próximo grande vilão do multiverso, depois do icônico Thanos.

Paul Rudd e Evangeline Lilly voltam a viver Scott Lang e Hope van Dyne, o Homem-Formiga e a Vespa, mostrando ainda mais química em cena, inclusive nas ótimas sequências de ação comandadas pelo diretor Peyton Reed, que também foi responsável pelos dois primeiros filmes da franquia.

Rudd esbanja mais uma vez todo o seu charme e carisma, mas consegue aprofundar as emoções de seu personagem por meio da relação com sua filha Cassie, agora interpretada pela atriz Kathryn Newton. 

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Kathryn Newton brilha ao lado de Paul Rudd
Kathryn Newton brilha ao lado de Paul Rudd Kathryn Newton brilha ao lado de Paul Rudd

A jovem é outra escolha certeira da Marvel na formação de sua próxima geração, que já conta como nomes talentosos como Hailee Steinfeld, a Kate Bishop, Iman Vellani, como Ms. Marvel, Florence Pugh, que interpreta Yelena Belova, Xochitl Gomez, que vive a America Chavez, e Elijah Richardson, como Eli Bradley. 

Inteligente e altruísta, Cassie se inspira nos exemplos que têm em casa e está sempre pronta para ajudar a quem precisa. A personagem é fundamental para movimentar a história, que se baseia justamente na conexão entre a família de cientistas-heróis, que tem também Michelle Pfeiffer, como Janet Van Dyne, e Michael Douglas, como Hank Pym.

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Michelle Pfeiffer se destaca como Janet van Dyne
Michelle Pfeiffer se destaca como Janet van Dyne Michelle Pfeiffer se destaca como Janet van Dyne

Ao mesmo tempo em que aposta nos "novatos", a Marvel acerta ao dar mais espaço para veteranos como Pfeiffer e Douglas, que protagonizam algumas das cenas mais impactantes do longa. Nas sequências de batalha do começo do filme, a atriz, atualmente com 64 anos, dá um verdadeiro show. 

É também a personagem de Pfeiffer que guia o público pelo Reino Quântico, universo que já tinha sido apresentado em produções anteriores, mas que agora é explorado mais detalhadamente, com uma infinidade de criaturas, idiomas, costumes e cenários.

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Os efeitos são bem utilizados no longa, dando uma dimensão de quão complexo é aquele lugar. O único visual que deve dar o que falar na web é o do vilão MODOK, que já tinha dividido opiniões nas prévias do filme. O personagem, interpretado por Corey Stoll, causa estranhamento, mas parece fiel ao dos quadrinhos e rende momentos engraçados.

Além da presença de MODOK, a trama desenvolve a motivação do vilão que promete aterrorizar os heróis da Marvel daqui para a frente. Também já visto em outros projetos, Kang é extremamente poderoso e implacável. A interpretação do ator Jonathan Majors é, com certeza, um dos pontos altos de Quantumania

Paul Rudd e Jonathan Majors garantem ótimos momentos juntos
Paul Rudd e Jonathan Majors garantem ótimos momentos juntos Paul Rudd e Jonathan Majors garantem ótimos momentos juntos

O humor já característico da franquia Homem-Formiga e a Vespa continua existindo, mas os perigos parecem mais intensos e ganham força com cenas em que Kang consegue realmente dar medo. Estaríamos diante do malvado mais difícil que os Vingadores já enfrentaram?

Quantumania se sustenta separadamente como uma divertida aventura, daquelas que lembram filmes clássicos de ficção dos anos 90. No entanto, não faltam conexões com outros projetos da Marvel. As já famosas cenas pós-créditos da empresa estão aqui para comprovar isso.

Apesar de não trazer grandes inovações, o longa é, sem dúvidas, um bom e promissor começo para a teia cada vez mais complexa que a Marvel vem tecendo há anos nas telonas. 

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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