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Médico que estuprava pacientes é "descondenado" pela Justiça

Obstetra que estuprou 35 pacientes tem sentença de condenação anulada, pois caso foi processado no foro errado

Melhor Não Ler|Do R7

Criminoso foi condenado e descondenado pela Justiça
Criminoso foi condenado e descondenado pela Justiça Criminoso foi condenado e descondenado pela Justiça

O médico ginecologista e obstetra, Aderbal de Souza Guilhermino, que exerceu a profissão por mais de treze anos, em Brasília, viu sua carreira virar de cabeça para baixo quando uma de suas pacientes grávidas percebeu que estava sendo estuprada.

A gestante foi internada depois de sentir fortes dores na barriga e, embora tenha sido dopada por Guilhermino, despertou e percebeu o abuso. O caso foi parar na imprensa, o que fez com que outras pacientes do médico procurassem a polícia para denunciá-lo pelo mesmo crime. Ao todo, 35 mulheres acusaram o obstetra de estupro.

Levado a julgamento, Guilhermino foi condenado por todas as acusações e sentenciado a mais de 30 anos de prisão. O médico chegou a ser preso, mas seus advogados entraram com um recurso para anular a condenação. A alegação foi que o processo correu no foro errado, em Curitiba, quando deveria ter sido em Brasília.

Por essa questão técnica, a Justiça suspendeu as condenações e anulou todas as provas. Guilhermino nunca foi inocentado, mas como seus processos foram cancelados, ele foi solto e agora busca emprego no maior hospital de Brasília. Segundo o médico, ele é inocente e tudo o que dizem sobre ele não passam de calúnias. “Quero dar continuidade ao meu bom trabalho. Não cometi crime algum, apenas dei às mulheres o meu melhor e sei que elas eram muito mais felizes comigo. Cuidar de mulheres é minha missão de vida”, declarou.

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Resta saber se outras gestantes aceitarão a “descondenação” e toparão que ele faça seus pré-natais e partos.

Esta crônica é uma ficção, mas poderia não ser...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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