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Supremo quer fim de revista íntima nos presídios

STF é a favor do fim da medida vista como "vexatória, desumana e degradante", mas "teóricos da conspiração" não concordam

Melhor Não Ler|Do R7

Todo mundo sabe que celulares e armas aparecem frequentemente nas mãos de presidiários de Norte a Sul do país e que alguns presos (apenas um ou outro), usam tais ferramentas (só de vez em quando) para aplicar golpes ou continuar administrando o crime organizado.

Supremo Tribunal Federal : revista vexatória e fenômeno sobrenatural
Supremo Tribunal Federal : revista vexatória e fenômeno sobrenatural Supremo Tribunal Federal : revista vexatória e fenômeno sobrenatural

Mas vamos esclarecer as coisas: isso não tem nada a ver com visitantes estarem levando tais objetos proibidos para dentro das cadeias. O que ocorre é um fenômeno sobrenatural que, como tal, não tem como ser explicado, nem mesmo pela ciência.

Outra ideia totalmente fora da realidade, saída de alguma mente doentia, é essa coisa de crime organizado. É claro que isso não passa de pura teoria da conspiração, até porque, para que algo assim pudesse existir seria preciso muito dinheiro para “comprar” policiais, políticos, juízes e mais um monte de gente. E é óbvio que isso é totalmente impossível...

Por causa de delírios como esses foi instituída a revista íntima nos presídios, onde os visitantes têm de se despir e ficar em posições constrangedoras para que os agentes penitenciários se certifiquem de que eles não estão levando no corpo nenhum objeto proibido ou ilícito para dentro da cadeia. Revoltante, não é mesmo?

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Porém, para corrigir tamanha injustiça com as “cunhadas” – gíria para mulheres de presos – e demais visitantes, o Supremo Tribunal Federal formou maioria para proibir esse tipo de “revista vexatória”.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, relator da medida, disse que a revista íntima é “inadmissível” e deve ser considerada ilegal por ser um ato “desumano e degradante”. E tem mais: se alguém desobedecer e encontrar provas, estas serão consideradas “ilegais” e não poderão servir de base para condenações. Agora, sim!

Mas enquanto os “cupinxas” estão dando tiros para o alto (mesmo) para comemorar, os intolerantes estão consternados, pois esses inomináveis não são incapazes de entender esse gesto de tão puro amor pela pessoa humana. É aquilo, gente: não dá pra agradar todo mundo, né?

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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