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Cachorra ajuda jovem a descobrir tumor de 10 cm na perna; entenda

Evelyn Thomsem, de 12 anos, percebeu um inchaço depois que a pet subiu em seu colo; ela precisou amputar a perna

RPet|Do R7

Lisa Reimer com a filha, Evelyn Thomsem, e a cachorra Hazel, da qual elas são tutoras
Lisa Reimer com a filha, Evelyn Thomsem, e a cachorra Hazel, da qual elas são tutoras Lisa Reimer com a filha, Evelyn Thomsem, e a cachorra Hazel, da qual elas são tutoras

Uma cachorra ajudou sua jovem tutora a descobrir que estava com um tumor de 10 cm. Evelyn Thomsem, de 12 anos, percebeu um inchaço na perna direita depois que a sua cadela, Hazel, subiu em seu colo. Como o problema persistiu, a mãe da garota, Lisa Reimer, a levou ao médico, e, depois de uma série de exames, foi diagnosticado o câncer, do tipo sarcoma de Ewing — segundo tumor ósseo mais frequente na infância e na adolescência — e, assim, a menina começou o tratamento.

Em relato para o jornal britânico The Mirror, Lisa relatou que a filha passou por uma cirurgia para remover o tumor e fez 14 sessões de quimioterapia, em 2021. Porém, como os procedimentos não deram resultado, Evelyn teve que amputar a perna, na altura acima do joelho. "Naquele momento, fiquei com muita raiva, porque estava me recuperando e pronta para seguir em frente com minha vida", disse ela.

Evelyn já havia sentido dormência e formigamento nas pernas, mas não achou que era algo importante. Então, o fato de a cachorra ter causado o inchaço em sua panturrilha, literalmente, a "salvou".

Porém, após a amputação, a jovem passou por radioterapia e, no meio do tratamento, descobriu outro câncer, mas no pulmão. "Acho que ela lidou muito bem, levando um dia de cada vez, porque era muito avassalador pensar em mais quimioterapia ou no que poderia acontecer no dia seguinte. Então, ela definitivamente permaneceu no 'presente' e lidou com o que estava imediatamente diante dela, enquanto, acho que para nós, pais, nossas mentes estão indo para o futuro e para os piores cenários e todas essas coisas. Ela apenas se concentrou em um passo de cada vez, mas certamente teve um grande efeito e continua a ter", declarou a mãe dela.

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Como teve que usar cadeira de rodas e perdeu os cabelos durante o processo de cura, Evelyn chegou a se incomodar com os olhares alheios. Para fortalecer a filha, Lisa também raspou os fios e, com isso, passou a fazer uma campanha de fundos para a caridade.

"Ela não queria que eu raspasse os cabelos. Eu tinha oferecido como uma forma de apoio. Mas no fim, ela quis fazer isso como parte de uma arrecadação de fundos para uma instituição de caridade que nos apoiou. Então, essa foi provavelmente a motivação, arrecadar fundos para a caridade. Não temos controle sobre os tratamentos e sobre como você vai reagir ou se sentir com esses tratamentos, mas podemos fazer o melhor um para o outro", afirmou Lisa.

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