Logo R7.com
Logo do PlayPlus
R7 Viva a Vida
Publicidade

Cemitério no mar: barco de 3.000 a.C. é encontrada na Grécia

Flipar

Flipar|Do R7

O Governo da Grécia revelou o descobrimento de um antigo cemitério de navios no Estreito de Kassos, que fica na costa do país.
O Governo da Grécia revelou o descobrimento de um antigo cemitério de navios no Estreito de Kassos, que fica na costa do país. O Governo da Grécia revelou o descobrimento de um antigo cemitério de navios no Estreito de Kassos, que fica na costa do país. (Flipar)
O local fica em uma passagem de 45 km de largura, à leste da ilha de Creta, próximo à ilha de Kasos.
O local fica em uma passagem de 45 km de largura, à leste da ilha de Creta, próximo à ilha de Kasos. O local fica em uma passagem de 45 km de largura, à leste da ilha de Creta, próximo à ilha de Kasos. (Flipar)
A equipe descobriu dez navios naufragados no total, de diferentes épocas. Geólogos, mergulhadores profissionais, engenheiros e historiadores estiveram envolvidos na pesquisa.
A equipe descobriu dez navios naufragados no total, de diferentes épocas. Geólogos, mergulhadores profissionais, engenheiros e historiadores estiveram envolvidos na pesquisa. A equipe descobriu dez navios naufragados no total, de diferentes épocas. Geólogos, mergulhadores profissionais, engenheiros e historiadores estiveram envolvidos na pesquisa. (Flipar)
Espera-se que a descoberta dos navios possa ajudar a contar a história da região com base nos destroços e objetos encontrados no fundo do Mar Egeu.
Espera-se que a descoberta dos navios possa ajudar a contar a história da região com base nos destroços e objetos encontrados no fundo do Mar Egeu. Espera-se que a descoberta dos navios possa ajudar a contar a história da região com base nos destroços e objetos encontrados no fundo do Mar Egeu. (Flipar)
A busca começou em 2019 e terminou em outubro de 2023. Inicialmente, a equipe usou um sonar para mapear o estreito, identificando locais para mergulho.
A busca começou em 2019 e terminou em outubro de 2023. Inicialmente, a equipe usou um sonar para mapear o estreito, identificando locais para mergulho. A busca começou em 2019 e terminou em outubro de 2023. Inicialmente, a equipe usou um sonar para mapear o estreito, identificando locais para mergulho. (Flipar)
As escavações foram feitas em profundidades variando de 19 metros a 47 metros. O navio mais antigo descoberto pelos pesquisadores gregos remonta a 3.000 a.C., durante a Idade do Bronze.
As escavações foram feitas em profundidades variando de 19 metros a 47 metros. O navio mais antigo descoberto pelos pesquisadores gregos remonta a 3.000 a.C., durante a Idade do Bronze. As escavações foram feitas em profundidades variando de 19 metros a 47 metros. O navio mais antigo descoberto pelos pesquisadores gregos remonta a 3.000 a.C., durante a Idade do Bronze. (Flipar)
Também foram encontrados navios de diferentes épocas, como da Era Clássica, do período Helenístico (quando a região era governada por Alexandre, o Grande) e após o domínio romano.
Também foram encontrados navios de diferentes épocas, como da Era Clássica, do período Helenístico (quando a região era governada por Alexandre, o Grande) e após o domínio romano. Também foram encontrados navios de diferentes épocas, como da Era Clássica, do período Helenístico (quando a região era governada por Alexandre, o Grande) e após o domínio romano. (Flipar)
Entre os navios mais novos, destaca-se um pequeno barco de madeira que participou da Segunda Guerra Mundial.
Entre os navios mais novos, destaca-se um pequeno barco de madeira que participou da Segunda Guerra Mundial. Entre os navios mais novos, destaca-se um pequeno barco de madeira que participou da Segunda Guerra Mundial. (Flipar)
Os arqueólogos identificaram a origem de cada navio com base em suas características físicas e sua carga. As análises sugerem que eles vieram de lugares como África, Ásia Menor, Espanha e Itália.
Os arqueólogos identificaram a origem de cada navio com base em suas características físicas e sua carga. As análises sugerem que eles vieram de lugares como África, Ásia Menor, Espanha e Itália. Os arqueólogos identificaram a origem de cada navio com base em suas características físicas e sua carga. As análises sugerem que eles vieram de lugares como África, Ásia Menor, Espanha e Itália. (Flipar)
Dentre os vários objetos encontrados durante a pesquisa, estão uma ânfora espanhola do ano 150 e uma âncora de pedra da Grécia Antiga.
Dentre os vários objetos encontrados durante a pesquisa, estão uma ânfora espanhola do ano 150 e uma âncora de pedra da Grécia Antiga. Dentre os vários objetos encontrados durante a pesquisa, estão uma ânfora espanhola do ano 150 e uma âncora de pedra da Grécia Antiga. (Flipar)
Os arqueólogos planejam continuar as buscas em 2024 para encontrar mais navios naufragados em Karpathos, uma região vizinha que também pode ser um cemitério de navios semelhante, possivelmente com destroços de outros períodos históricos importantes para a região.
Os arqueólogos planejam continuar as buscas em 2024 para encontrar mais navios naufragados em Karpathos, uma região vizinha que também pode ser um cemitério de navios semelhante, possivelmente com destroços de outros períodos históricos importantes par... Os arqueólogos planejam continuar as buscas em 2024 para encontrar mais navios naufragados em Karpathos, uma região vizinha que também pode ser um cemitério de navios semelhante, possivelmente com destroços de outros períodos históricos importantes para a região. (Flipar)
Com um litoral de quase 8 mil km, a costa brasileira também é palco de grandes cemitérios de navio. Além do período das grandes navegações portuguesas, que aportavam por aqui, a Segunda Guerra também deixou inúmeros navios brasileiros e alemães debaixo d’água.
Com um litoral de quase 8 mil km, a costa brasileira também é palco de grandes cemitérios de navio. Além do período das grandes navegações portuguesas, que aportavam por aqui, a Segunda Guerra também deixou inúmeros navios brasileiros e alemães debaixo... Com um litoral de quase 8 mil km, a costa brasileira também é palco de grandes cemitérios de navio. Além do período das grandes navegações portuguesas, que aportavam por aqui, a Segunda Guerra também deixou inúmeros navios brasileiros e alemães debaixo d’água. (Flipar)
Um dos lugares com mais naufrágios é o arquipélago de Abrolhos, no sul da Bahia. Lá, o ponto conhecido como
Um dos lugares com mais naufrágios é o arquipélago de Abrolhos, no sul da Bahia. Lá, o ponto conhecido como Um dos lugares com mais naufrágios é o arquipélago de Abrolhos, no sul da Bahia. Lá, o ponto conhecido como (Flipar)
Outro navio famoso que afundou na costa brasileira foi o
Outro navio famoso que afundou na costa brasileira foi o Outro navio famoso que afundou na costa brasileira foi o (Flipar)
Para mergulhar até o Príncipe de Astúrias, é essencial ser um mergulhador experiente. No local do naufrágio, as águas são escuras, com visibilidade média de apenas 3 metros, o que dificulta a orientação e a movimentação entre os destroços.
Para mergulhar até o Príncipe de Astúrias, é essencial ser um mergulhador experiente. No local do naufrágio, as águas são escuras, com visibilidade média de apenas 3 metros, o que dificulta a orientação e a movimentação entre os destroços. Para mergulhar até o Príncipe de Astúrias, é essencial ser um mergulhador experiente. No local do naufrágio, as águas são escuras, com visibilidade média de apenas 3 metros, o que dificulta a orientação e a movimentação entre os destroços. (Flipar)
O Príncipe de Astúrias está quase paralelo à costa e bastante desmantelado devido às explosões que ocorreram no naufrágio.
O Príncipe de Astúrias está quase paralelo à costa e bastante desmantelado devido às explosões que ocorreram no naufrágio. O Príncipe de Astúrias está quase paralelo à costa e bastante desmantelado devido às explosões que ocorreram no naufrágio. (Flipar)
Outro navio dos mais visitados é o Corveta Ipiranga, que naufragou em Fernando de Noronha em 1983. Seus destroços estão numa profundidade aproximada de 62 metros.
Outro navio dos mais visitados é o Corveta Ipiranga, que naufragou em Fernando de Noronha em 1983. Seus destroços estão numa profundidade aproximada de 62 metros. Outro navio dos mais visitados é o Corveta Ipiranga, que naufragou em Fernando de Noronha em 1983. Seus destroços estão numa profundidade aproximada de 62 metros. (Flipar)
Já o naufrágio do navio
Já o naufrágio do navio Já o naufrágio do navio (Flipar)
Outro possível local para o naufrágio do
Outro possível local para o naufrágio do Outro possível local para o naufrágio do (Flipar)
Ao longo da história do Brasil, desde sua descoberta no século 16, estima-se que mais de 300 naufrágios ocorreram só no Rio de Janeiro.
Ao longo da história do Brasil, desde sua descoberta no século 16, estima-se que mais de 300 naufrágios ocorreram só no Rio de Janeiro. Ao longo da história do Brasil, desde sua descoberta no século 16, estima-se que mais de 300 naufrágios ocorreram só no Rio de Janeiro. (Flipar)
Um desses naufrágios é o do vapor Buenos Aires. Lançado ao mar em 1829, ele era considerado um dos mais modernos para transporte de cargas e passageiros.
Um desses naufrágios é o do vapor Buenos Aires. Lançado ao mar em 1829, ele era considerado um dos mais modernos para transporte de cargas e passageiros. Um desses naufrágios é o do vapor Buenos Aires. Lançado ao mar em 1829, ele era considerado um dos mais modernos para transporte de cargas e passageiros. (Flipar)
Em 1890, o navio estava navegando da Bahia para o Rio de Janeiro quando uma de suas caldeiras explodiu. Pouco depois, alguns passageiros viram uma ilha e um farol se aproximando e avisaram o capitão, mas ele não deu atenção.
Em 1890, o navio estava navegando da Bahia para o Rio de Janeiro quando uma de suas caldeiras explodiu. Pouco depois, alguns passageiros viram uma ilha e um farol se aproximando e avisaram o capitão, mas ele não deu atenção. Em 1890, o navio estava navegando da Bahia para o Rio de Janeiro quando uma de suas caldeiras explodiu. Pouco depois, alguns passageiros viram uma ilha e um farol se aproximando e avisaram o capitão, mas ele não deu atenção. (Flipar)
Quando finalmente foi ao convés, percebeu que estavam prestes a colidir com a Ilha Rasa, no Rio de Janeiro. Hoje, o local se tornou um dos mais populares para mergulhadores profissionais.
Quando finalmente foi ao convés, percebeu que estavam prestes a colidir com a Ilha Rasa, no Rio de Janeiro. Hoje, o local se tornou um dos mais populares para mergulhadores profissionais. Quando finalmente foi ao convés, percebeu que estavam prestes a colidir com a Ilha Rasa, no Rio de Janeiro. Hoje, o local se tornou um dos mais populares para mergulhadores profissionais. (Flipar)

Últimas

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.