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Referência mundial na fotografia, Sebastião Salgado se retira do trabalho de campo

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O celebrado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado decidiu retirar-se do trabalho de campo para voltar esforços à edição de seu imenso acervo, que passa de 500 mil fotos.
O celebrado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado decidiu retirar-se do trabalho de campo para voltar esforços à edição de seu imenso acervo, que passa de 500 mil fotos. O celebrado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado decidiu retirar-se do trabalho de campo para voltar esforços à edição de seu imenso acervo, que passa de 500 mil fotos. (Flipar)
O artista, que completou 80 anos no último dia 8 de fevereiro, fez a revelação ao jornal inglês The Guardian.
O artista, que completou 80 anos no último dia 8 de fevereiro, fez a revelação ao jornal inglês The Guardian. O artista, que completou 80 anos no último dia 8 de fevereiro, fez a revelação ao jornal inglês The Guardian. (Flipar)
Reconhecido como uma das maiores referências do fotojornalismo mundial, o brasileiro se notabilizou por uma obra de caráter humanista, que documenta e denuncia violações aos direitos do homem e também a sua relação com natureza e meio-ambiente.
Reconhecido como uma das maiores referências do fotojornalismo mundial, o brasileiro se notabilizou por uma obra de caráter humanista, que documenta e denuncia violações aos direitos do homem e também a sua relação com natureza e meio-ambiente. Reconhecido como uma das maiores referências do fotojornalismo mundial, o brasileiro se notabilizou por uma obra de caráter humanista, que documenta e denuncia violações aos direitos do homem e também a sua relação com natureza e meio-ambiente. (Flipar)
Durante cinco décadas, Sebastião Salgado viajou por mais de 130 países documentando guerras e crises humanitárias por meio de imagens capazes de causar comoção e perplexidade.
Durante cinco décadas, Sebastião Salgado viajou por mais de 130 países documentando guerras e crises humanitárias por meio de imagens capazes de causar comoção e perplexidade. Durante cinco décadas, Sebastião Salgado viajou por mais de 130 países documentando guerras e crises humanitárias por meio de imagens capazes de causar comoção e perplexidade. (Flipar)
“Eu acabei de fazer 80 anos. Meus projetos fotográficos levam de seis a oito anos para serem completados. Se eu começar um grande projeto agora, talvez eu morra antes de terminar
“Eu acabei de fazer 80 anos. Meus projetos fotográficos levam de seis a oito anos para serem completados. Se eu começar um grande projeto agora, talvez eu morra antes de terminar “Eu acabei de fazer 80 anos. Meus projetos fotográficos levam de seis a oito anos para serem completados. Se eu começar um grande projeto agora, talvez eu morra antes de terminar (Flipar)
A organização Mundial da Fotografia, sediada em Londres, anunciou que Sebastião Salgado receberá em 2024 o prêmio de “contribuição notável para a fotografia” no prestigioso Sony World Photograph Awards. Ele será o segundo latino-americano laureado - a mexicana Gabriela Iturbide foi homenageada em 2021.
A organização Mundial da Fotografia, sediada em Londres, anunciou que Sebastião Salgado receberá em 2024 o prêmio de “contribuição notável para a fotografia” no prestigioso Sony World Photograph Awards. Ele será o segundo latino-americano laureado - a ... A organização Mundial da Fotografia, sediada em Londres, anunciou que Sebastião Salgado receberá em 2024 o prêmio de “contribuição notável para a fotografia” no prestigioso Sony World Photograph Awards. Ele será o segundo latino-americano laureado - a mexicana Gabriela Iturbide foi homenageada em 2021. (Flipar)
Neste ano, o fotógrafo prepara uma série de exposições. Uma dessas mostras, no Museu da Imagem e do Som, exibirá fotos da Revolução dos Cravos, que deu cabo da ditadura salazarista em Portugal em 1974.
Neste ano, o fotógrafo prepara uma série de exposições. Uma dessas mostras, no Museu da Imagem e do Som, exibirá fotos da Revolução dos Cravos, que deu cabo da ditadura salazarista em Portugal em 1974. Neste ano, o fotógrafo prepara uma série de exposições. Uma dessas mostras, no Museu da Imagem e do Som, exibirá fotos da Revolução dos Cravos, que deu cabo da ditadura salazarista em Portugal em 1974. (Flipar)
Na época, Salgado estava exilado em Paris com a mulher Lélia Wanick, pianista e arquiteta que hoje administra o estúdio do fotógrafo na capital francesa.
Na época, Salgado estava exilado em Paris com a mulher Lélia Wanick, pianista e arquiteta que hoje administra o estúdio do fotógrafo na capital francesa. Na época, Salgado estava exilado em Paris com a mulher Lélia Wanick, pianista e arquiteta que hoje administra o estúdio do fotógrafo na capital francesa. (Flipar)
Sebastião Salgado foi a Portugal e às então colônias lusas Angola e Moçambique a fim de registrar os levantes que encerrariam o regime de 40 anos.
Sebastião Salgado foi a Portugal e às então colônias lusas Angola e Moçambique a fim de registrar os levantes que encerrariam o regime de 40 anos. Sebastião Salgado foi a Portugal e às então colônias lusas Angola e Moçambique a fim de registrar os levantes que encerrariam o regime de 40 anos. (Flipar)
O prestígio conquistado pelo registro da Revolução dos Cravos levou o fotógrafo brasileiro a trabalhar em agências europeias, como a Sigma e a Magnum.
O prestígio conquistado pelo registro da Revolução dos Cravos levou o fotógrafo brasileiro a trabalhar em agências europeias, como a Sigma e a Magnum. O prestígio conquistado pelo registro da Revolução dos Cravos levou o fotógrafo brasileiro a trabalhar em agências europeias, como a Sigma e a Magnum. (Flipar)
Em 1979, Salgado integrou a cooperativa Sygma, que tinha nomes ilustres da fotografia, como Robert Capa e Henri-Cartier Bresson.
Em 1979, Salgado integrou a cooperativa Sygma, que tinha nomes ilustres da fotografia, como Robert Capa e Henri-Cartier Bresson. Em 1979, Salgado integrou a cooperativa Sygma, que tinha nomes ilustres da fotografia, como Robert Capa e Henri-Cartier Bresson. (Flipar)
Entre as séries fotográficas de maior impacto produzidas por Sebastião Salgado no período está “Êxodus”, que registra o drama dos fluxos migratórios a partir de viagens de seis anos por 40 países.
Entre as séries fotográficas de maior impacto produzidas por Sebastião Salgado no período está “Êxodus”, que registra o drama dos fluxos migratórios a partir de viagens de seis anos por 40 países. Entre as séries fotográficas de maior impacto produzidas por Sebastião Salgado no período está “Êxodus”, que registra o drama dos fluxos migratórios a partir de viagens de seis anos por 40 países. (Flipar)
Salgado descreveu em livro a obra “Êxodus” como “uma história perturbadora, pois poucas pessoas abandonam a terra natal por vontade própria”. A câmera capta migrantes, refugiados e exilados tentando vencer a pobreza e as guerras.
Salgado descreveu em livro a obra “Êxodus” como “uma história perturbadora, pois poucas pessoas abandonam a terra natal por vontade própria”. A câmera capta migrantes, refugiados e exilados tentando vencer a pobreza e as guerras. Salgado descreveu em livro a obra “Êxodus” como “uma história perturbadora, pois poucas pessoas abandonam a terra natal por vontade própria”. A câmera capta migrantes, refugiados e exilados tentando vencer a pobreza e as guerras. (Flipar)
Em 1978, Sebastião Salgado fez um trabalho documental sobre um conjunto de grandes blocos de apartamento ocupados por imigrantes em La Courneuve, no subúrbio de Paris.
Em 1978, Sebastião Salgado fez um trabalho documental sobre um conjunto de grandes blocos de apartamento ocupados por imigrantes em La Courneuve, no subúrbio de Paris. Em 1978, Sebastião Salgado fez um trabalho documental sobre um conjunto de grandes blocos de apartamento ocupados por imigrantes em La Courneuve, no subúrbio de Paris. (Flipar)
Sobre
Sobre Sobre (Flipar)
Nas séries “Gênesis” e “Amazônia”, o fotógrafo direcionou suas lentes para os povos originários e à natureza.
Nas séries “Gênesis” e “Amazônia”, o fotógrafo direcionou suas lentes para os povos originários e à natureza. Nas séries “Gênesis” e “Amazônia”, o fotógrafo direcionou suas lentes para os povos originários e à natureza. (Flipar)
Na Amazônia brasileira, Salgado realizou expedições por sete anos. “Foi como trabalhar no paraíso”, registrou no livro com as imagens.
Na Amazônia brasileira, Salgado realizou expedições por sete anos. “Foi como trabalhar no paraíso”, registrou no livro com as imagens. Na Amazônia brasileira, Salgado realizou expedições por sete anos. “Foi como trabalhar no paraíso”, registrou no livro com as imagens. (Flipar)
Por meio do Instituto Terra, associação civil sem fundos lucrativos, Sebastião Salgado e a mulher Lélia promovem há mais de duas décadas ações voltadas à preservação do meio-ambiente.
Por meio do Instituto Terra, associação civil sem fundos lucrativos, Sebastião Salgado e a mulher Lélia promovem há mais de duas décadas ações voltadas à preservação do meio-ambiente. Por meio do Instituto Terra, associação civil sem fundos lucrativos, Sebastião Salgado e a mulher Lélia promovem há mais de duas décadas ações voltadas à preservação do meio-ambiente. (Flipar)
À Folha de S.Paulo, o artista fotográfico declarou que irá expor na COP30 (Confederação das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025), em Belém do Pará, fotos feitas na Amazônia.
À Folha de S.Paulo, o artista fotográfico declarou que irá expor na COP30 (Confederação das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025), em Belém do Pará, fotos feitas na Amazônia. À Folha de S.Paulo, o artista fotográfico declarou que irá expor na COP30 (Confederação das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025), em Belém do Pará, fotos feitas na Amazônia. (Flipar)
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