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Lula confessa enganar o eleitor. E não é de hoje

Nenhum eleitor de Lula pode reclamar de estar sendo enganado, pois ele tem deixado clara a sua falta de compromisso com a verdade

Patricia Lages|Do R7

O ex-presidente Lula
O ex-presidente Lula O ex-presidente Lula

Época de eleição é sempre a mesma coisa: candidatos tentando refrescar a memória da população quanto às coisas boas que fizeram, enquanto outros esperam que haja uma amnésia coletiva e todos esqueçam de seus trambiques, até mesmo os que foram provados na Justiça.

Quem trata de mostrar o lado ruim de um candidato, geralmente é o seu oponente, mas não no caso de Lula que, desde que subiu ao poder, se sente tão confortável para fazer o que quer e bem entende, que nem se dá mais ao trabalho de esconder suas reais intenções.

“Nós ganhamos as eleições com um discurso e depois das eleições nós tivemos que mudar o nosso discurso e fazer aquilo que a gente dizia que não ia fazer. Esse é um fato”, afirmou o petista em 2015, ao comentar a crise política pela qual o governo Dilma Rousseff (PT) passava.

Lula também é bem transparente quando fala sobre o que pretende fazer com a imprensa e a internet: “regulamentar”. Segundo o ex-presidiário, é preciso “regular a internet” para que ela “sirva mais para o bem do que para o mal”, o que demonstra claramente que, uma vez eleito, ele e seus pares é que vão decidir o que é bem ou mal. Será a instalação oficial do “Ministério da Verdade”, onde o governo estabelecerá como verdades o que lhe for conveniente, claro.

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Outra coisa que Lula está avisando desde sempre é que fake news é com ele mesmo. Ele não perde a oportunidade de dizer que foi inocentado, quando nunca foi. À época de sua “descondenação”, o então ministro do STF, Marco Aurélio Melo, afirmou que “o Supremo não o inocentou, apenas aceitou a nulidade do processo-crime.” Nulidade essa por questões técnicas levantadas por advogados muito bem pagos com um dinheiro que não se sabe de onde saiu.

O que se sabe é que, apenas da Odebrecht, Lula recebeu muita propina, fato citado na delação de Antonio Palocci, ministro da Fazenda de Lula. “Emilio Odebrecht fez uma espécie de pacto de sangue com o presidente Lula. Ele levou um pacote de propinas para o presidente Lula, R$ 300 milhões”, disse Palocci. A informação foi confirmada pelo próprio Marcelo Odebrecht, que confessou: “eu acabei disponibilizando para ele ao redor de R$ 300 milhões”.

Até o vice de Lula, Geraldo Alckmin, fez questão de registrar o motivo de o petista querer se reeleger: “Ele quer voltar à cena do crime”. Pela primeira vez na história deste país as coisas estão tão claras que só não vê quem não quer.

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