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Apuração nesta quarta: Rio tem quatro escolas na disputa pelo título de campeã do Carnaval 2014

Entre as escolas que se destacaram estão Portela, Salgueiro, Unidos da Tijuca e Beija-flor

Rio de Janeiro|Do R7

A Portela trouxe uma águia gigantesca que abraçava os componentes durante a coreografia da comissão de frente
A Portela trouxe uma águia gigantesca que abraçava os componentes durante a coreografia da comissão de frente A Portela trouxe uma águia gigantesca que abraçava os componentes durante a coreografia da comissão de frente

O Rio de Janeiro vai conhecer na tarde desta quarta-feira (5) a vencedora do Carnaval deste ano. Entre as escolas que se destacaram estão a Portela, Salgueiro, Unidos da Tijuca e Beija-Flor. A apuração começará às 16h no Sambódromo, no centro do Rio.

No primeiro dia de desfiles passaram pela avenida Império da Tijuca, Grande Rio, São Clemente, Mangueira, Salgueiro e Beija-Flor. Encerrando o Carnaval, na segunda-feira (3), foi a vez de Mocidade, União da Ilha, Vila Isabel, Imperatriz, Portela e Unidos da Tijuca.

Salgueiro concluiu o desfile na Sapucaí ao som de “É Campeã”. A vermelho e branco tinha a seu favor o samba que contagiou a Sapucaí de ponta a ponta. Não houve um setor sequer que não cantou junto com a escola. O enredo Gaia, a Vida em Nossas Mãos foi representado de forma rica e luxuosa.

A Beija-Flor também surpreendeu a arquibancada com a apresentação. A agremiação de Nilópolis apostou na inovação e no luxo para homenagear o diretor Boni e falar da história da comunicação.

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A Mangueira foi outra escola que se destacou na avenida. A verde e rosa fez um desfile leve e soube explorar muito bem o enredo de festas populares. O quinto carro alegórico, no entanto, bateu na Torre de TV da Sapucaí e ficou com a principal escultura danificada.

A campeã da Série A em 2013, a Império da Tijuca abriu o Grupo Especial na noite de domingo (2). A verde e branco mostrou a força do batuque, que chegou ao Brasil com os negros africanos e se disseminou em festas. Destaque para o segundo carro alegórico, que falou sobre a Kizombada, festa típica de Angola. A escola também apostou em ritmos novos e homenageou Chico Science e Nação Zumbi.

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Segunda escola a desfilar, a Grande Rio empolgou o público contando a história da cidade de Maricá sob o olhar da cantora Maysa. Tânia Mara, nora da artista, foi um dos grandes destaques. Outro setor da Grande Rio foi dedicado à chegada de Charles Darwin ao Brasil, em especial, à Serra da Tiririca, no Rio, onde fica a cidade homenageada pela escola. A comissão de frente foi uma das principais atrações, com um pirata sendo arremessado de um canhão.

A São Clemente fez um desfile irreverente para falar sobre favela. A escola só mostrou os aspectos positivos das comunidades. Um dos destaques ficou por conta da Ala das Baianas. As fantasias traziam capim seco no barrado da saia e nos costeiros. A agremiação homenageou algumas das favelas mais tradicionais do Rio, como Rocinha, Complexo do Alemão, Santa Marta, Mangueira e Salgueiro. O samba fácil ajudou a garantir a animação da escola.

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Já a Mocidade Independente de Padre Miguel, que abriu o segundo dia de desfiles, trouxe enredo sobre Pernambuco, que homenageia o carnavalesco Fernando Pinto, um dos principais nomes da escola de Padre Miguel.

A União da Ilha relembrou brincadeiras e brinquedos infantis, desde os artesanais aos mais tecnológicos. A escola, porém, teve problema com um carro alegórico — um telão de led quase caiu durante o desfile —, o que pode prejudicar sua nota.

A Vila Isabel, atual campeã do Carnaval, falou de fauna, flora e diversidade cultural numa homenagem dupla a Luís da Câmara Cascudo e Chico Mendes. Mas também teve problemas com integrantes que desfilaram sem fantasias.

A Imperatriz Leopoldinense levou à Sapucaí uma homenagem a Zico. O Galinho de Ouro e outros craques — como Júnior, Rivelino e Roberto Dinamite — participaram do desfile.

A Portela apostou na inovação. Logo de cara, colocou uma águia voadora, guiada por controle remoto, para atravessar a avenida. Nos carros, efeitos luminosos, articulações e acabamentos minuciosos. A azul e branco fez uma homenagem ao Rio de Janeiro, passeando pela avenida Rio Branco. Entre os destaques está a comissão de frente, com uma águia gigantesca que abraçava os componentes durante a coreografia. Outro ponto alto foi os casais de mestre-sala e porta-bandeira, que também estavam todos ricos e luxuosos.

A Unidos da Tijuca fez uma homenagem ao piloto da fórmula um Ayrton Senna e surpreendeu o público com as alegorias humanas do carnavalesco Paulo Barros. Em vez de fazer um enredo biográfico sobre o esportista, a escola propôs uma corrida, na qual todo mundo que tivesse alguma relação com a velocidade poderia se inscrever.

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