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Famosos que perderam tudo: professor Lucas Silva ensina como não fazer como eles

Educador financeiro explica como ter uma relação saudável com o dinheiro

Cartão de Visita|Do R7

Independência financeira e ter muito dinheiro são sinônimos? A história de alguns famosos mostra que, na verdade, são conceitos distintos. Isso porque existem celebridades que, ainda que pareça contraditório, perderam tudo. E isso se deve simplesmente ao mal gerenciamento da vida financeira.

Educadores financeiros apontam que administrar o dinheiro, mesmo como pessoa física, é algo que todos precisam aprender. Não importa o tamanho da fortuna, gastar mais do que ganha, se endividar, entrar para a lista de inadimplência e perder bens são situações que podem atingir a todos, inclusive famosos e milionários.

Por motivos distintos, a atriz Lindsay Lohan, os atores Nicolas Cage e Dado Dolabella, a cantora Gretchen e a campeão do reality Cida Santos viram suas economias minguar.

“Seguindo as diretrizes básicas de controle financeiro, nenhum deles teria perdido tudo”, assegura Lucas Silva, educador financeiro e professor de certificações financeiras.

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Como não pôr tudo a perder

Para não trilhar o mesmo caminho dos famosos que torraram as suas economias, o professor Lucas Silva diz que as pessoas precisam investir em educação financeira. Não é necessário, segundo ele, seguir metodologias complexas, mas adotar comportamentos adequados para manter uma relação saudável com o dinheiro.

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“O erro mais comum é gastar mais do que ganha. Isso gera dívidas que, quando não pagas, crescem absurdamente”, alerta.

Além disso, o educador financeiro ressalta a importância de ter um fundo de emergência.

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“A vida é cheia de situações inesperadas que exigem que tenhamos uma reserva para sair de alguma enrascada. E só é possível ter essa reserva poupando o pouco que seja todos os meses”, destaca.

Segundo o professor, uma forma eficiente de controlar as finanças é ao utilizar planilhas ou cadernos para descrever todos as receitas e despesas. A objetivo é que, no fim do mês, sobre dinheiro.

“Também é legal adotar uma meta de poupança e fazer o possível para atingi-la”, indica.

Além do mais, Lucas Silva chama a atenção para o fato de que mesmo trabalhadores com bons salários também se endividam, o que só demonstra que problemas de ordem financeira independem da classe social.

“As pessoas relaxam quando têm muito dinheiro à disposição. No entanto, se contraem gastos volumosos, aos poucos, sem perceber, o montante vai diminuindo. É preciso ter atenção para que não seja tarde demais”, pontua o professor.

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