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Rouquidão prolongada pode ser sintoma de câncer de laringe, explica oncologista

O médico Ramon Andrade de Mello afirma que a doença é mais frequente nos fumantes e usuários habituais de álcool

Cartão de Visita|Do R7

O médico Ramon Andrade de Mello afirma que a doença é mais frequente nos fumantes e usuários habituais de álcool

Sintomas prolongados de rouquidão, que não regridem por mais de duas ou três semanas em pessoas fumante e usuários habituais de álcool, merecem uma investigação detalhada. “Esses podem ser indícios de câncer de laringe, uma doença com 90% de chances de cura, com um diagnóstico precoce”, esclarece o médico oncologista Ramon Andrade de Mello,professor da disciplina de oncologia clínica do doutorado em medicina da Universidade Nove de Julho (Uninove), em São Paulo, e médico pesquisador honorário do Departamento de Oncologia da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

A doença geralmente é diagnosticada em homens acima de 40 anos de idade e é um dos tumores oncológicos mais frequentes que atingem a região da cabeça e pescoço, representando 25% dos cânceres que afetam essa área. “Além da rouquidão, o paciente pode sentir resistência para engolir e ter a sensação de um ‘caroço’ na garganta. Já nas fases mais avançadas, a pessoa pode ter até dificuldade de respirar e sentir falta de ar”, detalha Ramon Andrade de Mello.

De acordo com as estimativas de 2020 do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o país teria 7.650 novos casos naquele ano, sendo que a maioria dos registros (6.470) estão entre o público masculino. “É preciso eliminar os fatores de risco, ou seja, parar de consumir bebida alcoólica e tabaco. Os pacientes que persistem com esses hábitos ampliam as probabilidades de aparecimento de um segundo tumor na área de cabeça e pescoço”, afirma o oncologista.

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Ramon Andrade de Mello explica que o tratamento depende do diagnóstico de cada paciente, que pode passar por intervenção cirúrgica, seguida ou não de radioterapia e quimioterapia: “Para cada caso, o especialista pode adotar uma estratégica específica. O importante é fazer o diagnóstico precoce, que ampliam as chances de cura”.

Sobre Ramon Andrade de Mello

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Pós-doutorado em Pesquisa Clínica no Royal Marsden NHS Foundation Trust (Inglaterra), Ramon Andrade de Mello tem doutorado (PhD) em Oncologia Molecular pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Portugal).

O médico tem título de especialista em Oncologia Clínica, Ministério da Saúde de Portugal e Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO). Além disso, Ramon tem título de Fellow of the American College of Physician (EUA) e é Coordenador Nacional de Oncologia Clínica da Sociedade Brasileira de Cancerologia, membro da Royal Society of Medicine, London, UK, do Comitê Educacional de Tumores Gastrointestinal (ESMO GI Faculty) da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (European Society for Medical Oncology -- ESMO), Membro do Conselho Consultivo (Advisory Board Member) da Escola Europeia de Oncologia (European School of Oncology -- ESO) e ex-membro do Comitê Educacional de Tumores do Gastrointestinal Alto (mandato 2016-2019) da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (American Society of Clinical Oncology -- ASCO).

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Dr. Ramon de Mello é oncologista do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e do Centro de Diagnóstico da Unimed, em Bauru, SP.

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