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Beija-Flor, Salgueiro e Mangueira devem brigar por campeonato do Rio

Tijuca e Portela também estão na disputa do Carnaval 2016

Entretenimento|Thiago Calil, do R7


O Salgueiro levou para a Sapucaí a história dos malandros cariocas
O Salgueiro levou para a Sapucaí a história dos malandros cariocas
Maria Bethânia desfila na homenagem da Mangueira
Maria Bethânia desfila na homenagem da Mangueira

Os desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro encerraram na manhã desta terça-feira (9) com uma pergunta no ar: Quem leva o Carnaval? Salgueiro, Portela e Mangueira se destacaram na segunda noite de apresentações e se juntam à Beija-Flor e Unidos da Tijuca no favoritismo ao campeonato.

Tanto Salgueiro quanto Mangueira tiveram problemas aparentes na avenida. A primeira entrou com uma das alegorias apagada. O carro ainda foi vistoriado pelo Corpo de Bombeiros durante o desfile por causa da grande quantidade de fumaça que exalou. A Mangueira, por sua vez, também passou por um dos módulos de julgamento com uma das alegorias apagada, mas o problema foi solucionado logo. Em ambos os casos, porém, o restante do desfile deve compensar as falhas.

Beija-Flor narrou a história de Marquês de Sapucaí
Beija-Flor narrou a história de Marquês de Sapucaí

A Portela, por sua vez, contou com a estreia de Paulo Barros em seu elenco, que resultou em um desfile mais moderno e cheio de efeitos especiais para a águia de Madureira. A escola encerrou sua apresentação ovacionada na Sapucaí.

Uma das marcas do segundo dia de desfiles, aliás, foi a animação do público, muito superior às apresentações de domingo (7). Ao menos três escolas ouviram gritos de “é campeão” vindos da arquibancada e a maior parte delas teve seus sambas ecoados pelo público.

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Destaques

A responsabilidade de abrir a noite ficou por conta da Unidos de Vila Isabel, que homenageou o centenário de Miguel Arraes. A escola cantou muito o samba, de autoria de André Diniz, Martinho da Vila, Arlindo Cruz e Mart’nália. O desfile começou pela tristeza do sertão seco, passou pela educação como forma de mudar a realidade e encerrou na alegria do Galo da Madrugada, o maior bloco do mundo.

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Segunda escola, o Salgueiro já chegou na Sapucaí ouvindo gritos de “é campeão” na concentração. O favoritismo ficou ainda mais forte na avenida, em uma apresentação minuciosa. No enredo A Opera dos Malandros, a escola passou por botecos, mostrou a boemia carioca, os jogos de sorte e fechou com a religiosidade. Destaque para a bateria, vestida de Geny, que desfilou embaixo de um zepelim inflável.

A São Clemente chegou à Sapucaí fazendo graça para contar a história do palhaço. O desfile mostrou como o personagem se popularizou, destacou nomes importantes do humor brasileiro, como Mazzaropi, Carequinha, Dercy Gonçalves e Oscarito. Na última alegoria, uma enorme escultura articulada de palhaço desfilou batendo panela à frente de uma foto do Congresso Nacional.

A Portela levou a teatralização de Paulo Barros para a Sapucaí
A Portela levou a teatralização de Paulo Barros para a Sapucaí

Quarta escola a se apresentar, a Portela falou sobre as viagens pelo mundo. Para isso, abusou dos efeitos visuais. A comissão de frente fez um homem voar sobre as águas. Uma nave voou de uma alegoria para outra e arqueólogas foram engolidas por dinossauros.

Já a Imperatriz Leopoldinense homenageou Zezé Di Camargo e Luciano em um desfile impecável e cheio de famosos. O carro de som contou com a sanfona de Lucy Ramos. A escola mostrou parte da história do homem do campo. A alegoria da música sertaneja usou violões de verdade para fazer uma grande varanda.

A Mangueira escolheu Maria Bethânia para encerrar os desfiles do Grupo Especial carioca. O desfile mostrou a religiosidade da cantora, primeiro no candomblé e depois no catolicismo. A escola relembrou sucessos gravados pela artista e shows que marcaram sua carreira. Diversas personalidades participaram do desfile, como Renata Sorrah, Mart’nália, Regina Casé, além de Caetano Veloso. Bethânia desfilou na última alegoria e irradiou emoção para o público e demais componentes da verde e rosa.

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