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Mãe de João Gabriel abraçou a mãe de Bruno Krupp no hospital: 'Minha dor é a sua dor'

O adolescente morreu aos 16 anos, após ser atropelado pelo modelo, no último dia 30

Famosos e TV|Do R7

Mariana Cardim de Lima, mãe do adolescente João Gabriel, que morreu depois de ter sido atropelado pelo modelo Bruno Krupp
Mariana Cardim de Lima, mãe do adolescente João Gabriel, que morreu depois de ter sido atropelado pelo modelo Bruno Krupp Mariana Cardim de Lima, mãe do adolescente João Gabriel, que morreu depois de ter sido atropelado pelo modelo Bruno Krupp

Mariana Cardim de Lima, mãe do adolescente João Gabriel, que morreu depois de ter sido atropelado por Bruno Krupp no último dia 30, contou como foi o encontro com a família do modelo. Em entrevista ao Balanço Geral RJ, ela disse que conheceu a mãe de Bruno quando ainda estava no hospital esperando o filho passar pelo atendimento médico.

A mãe de João Gabriel contou que viu uma mulher chorando e pediu para dar um abraço nela. Mariana disse que naquele momento ainda não tinha certeza de que era a mãe de Bruno Krupp, mas teve a suspeita confirmada quando ela lhe pediu desculpa.

"Dei um abraço forte nela, e ela me pediu desculpa. Eu disse: 'Esquece isso agora, minha dor é a sua dor. Os nossos filhos vão sair de lá bem'. Ela me abraçou", afirma. Logo depois os médicos lhe contaram que o filho havia morrido.

João Gabriel foi atropelado por Bruno Krupp na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O modelo estava a 150 km/h em uma via cuja velocidade máxima permitida é de 60 km/h. O adolescente chegou a ser socorrido e levado para o hospital, mas não resistiu.

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"Desde o que aconteceu até aqui, estou vivendo os piores dias da minha vida. É com remédio que consigo dormir e com fé em Deus que levanto de manhã, quando abro o olho e lembro que meu filho não está mais aqui para abraçar. Dormia junto dele todos os dias. É muito difícil, muito mesmo", diz a mãe da vítima.

Mariana diz que não guarda ressentimentos de Bruno, mas espera que o modelo pague na Justiça pelo que fez. "Mesmo não tendo nenhum ressentimento dele, a gente vive em sociedade. Enquanto criança, quando a gente erra, os nosso pais nos corrigem. Quando a gente cresce, a punição que a nossa lei exige é uma prisão. Então, acho que ele precisa ser responsabilizado pelo que fez para que outras pessoas não venham a sofrer por intermédio dele", afirma.

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A mãe de João Gabriel também contou como foi a conversa com o filho antes que fosse socorrido por uma ambulância. Ela explicou que, naquela noite, estava com o filho no aniversário de uma tia e que tinham decidido sair do local da festa para pôr os pés no mar, mas não conseguiram nem chegar à praia, pois o jovem foi atropelado pelo modelo. 

"A dois passos de subir no meio-fio, meu filho foi arrastado pela moto. Entrei em uma pane momentânea, teria me jogado na frente dele, tenho certeza de que teria feito isso. Fui até ele acudir, consegui conversar com ele, consegui dizer que amava ele, ele disse que me amava", lembra.

A mãe de João Gabriel explica que ainda não conseguiu voltar para casa. Ela diz que não sabe se vai conseguir voltar a viver no local onde morava com o filho e que pretende se dedicar a trabalhos voluntários. Sobre Bruno Krupp, ela espera que o modelo "melhore como pessoa".

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