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'Voz de bebê' ajuda humanos a se comunicarem com os cães 

Um estudo revelou que os cérebros dos cachorros são sensíveis ao tom agudo e 'fofo' de tutores adultos

RPet|Do R7

Uma pesquisa revelou que os cérebros dos cachorros são sensíveis ao tom de voz agudo e "fofo" de humanos adultos
Uma pesquisa revelou que os cérebros dos cachorros são sensíveis ao tom de voz agudo e "fofo" de humanos adultos Uma pesquisa revelou que os cérebros dos cachorros são sensíveis ao tom de voz agudo e "fofo" de humanos adultos

Uma pesquisa revelou que os cérebros dos cachorros são sensíveis ao tom de voz agudo e "fofo" de humanos adultos, principalmente mulheres, do jeito que falam com os bebês, por exemplo. Essa forma de se comunicar é muito comum e considerada importante para o desenvolvimento cognitivo, social e de linguagem das crianças, mas não é só para elas que isso funciona.

Segundo o estudo publicado recentemente na revista Communications Biology, com autoria das especialistas em comportamento animal Anna Gergely e Anna Gábor, a 'voz de bebê' causa emoções semelhantes nos pets.

Para chegar a essa resposta, os cientistas fizeram alguns cachorros ouvirem cães, bebês e adultos, sendo mulheres e homens, durante interações reais. Enquanto isso, os animais tiveram suas atividades cerebrais medidas por meio de uma ressonância magnética funcional.

Os resultados mostraram que as regiões de processamento do cérebro respondem mais às falas de cães e bebês, do que as dos adultos. Isso marcou a primeira evidência neurológica de que os cérebros dos cães estão sintonizados com a fala direcionada especificamente para eles.

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"Estudar como os cérebros dos cães processam a fala direcionada a eles é emocionante, porque pode nos ajudar a entender como a prosódia (entonação ou ênfase na fala) exagerada contribui para o processamento eficiente do que é dito em uma espécie não humana que é hábil em confiar em diferentes pistas de fala", explicou Gergely.

Foi descoberto também que a sensibilidade dos cérebros dos cachorros à fala direcionada a eles e a bebês era mais acentuada quando os falantes eram mulheres; e era afetada pelo tom de voz e sua variação.

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"Nossos resultados podem, portanto, servir como evidência de uma preferência neural que os cães desenvolveram durante sua domesticação. O aumento da sensibilidade do cérebro dos cães à fala dirigida por mulheres, pode ser porque as mulheres falam com mais frequência com os cães com prosódia exagerada do que os homens", comentou Gábor.

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