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Após morte, autora da ‘lei Taylor Swift’ quer averiguar descontrole na venda de ingressos 

Governo federal vai investigar se fãs ficaram desidratados por falta de disponibilidade de água nas dependências do show

Entretenimento|Do R7

Taylor Swifit lamentou morte nas redes sociais
Taylor Swifit lamentou morte nas redes sociais Taylor Swifit lamentou morte nas redes sociais

A deputada Simone Marquetto (MDB-SP), autora da "lei Taylor Swift", afirmou neste sábado (18) que vai averiguar se o show da cantora realizado no Rio de Janeiro, na sexta, teve "descontrole na venda de ingressos".

Uma fã de 23 anos morreu antes da apresentação da artista.

Marquetto disse que teve conhecimento de relatos de outros fãs que precisaram de atendimento médico por desidratação: "Chegou até nós que, mesmo enfrentando filas quilométricas, o público estava sendo impedido de entrar com suas garrafas de água, obrigado a consumir no local".

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As denúncias levaram o ministro da Justiça, Flávio Dino, a anunciar neste sábado que o governo federal vai investigar se os fãs da cantora ficaram desidratados por falta de disponibilidade de água nas dependências do show.

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A parlamentar declarou no X (antigo Twitter) que vai enviar ofício à organização do show da cantora e autoridades competentes para averiguar se houve um descontrole na venda dos ingressos aos consumidores e verificar a capacidade do Estádio Nilton Santos, o Engenhão, onde ocorreu a apresentação de Swift.

A "lei Taylor Swift" é uma proposta de Marquetto que busca definir como crime contra a economia popular a venda de ingressos por cambistas. Segundo o texto, a prática seria passível de pena de um a quatro anos de reclusão e multa de cem vezes o valor dos ingressos anunciados ou apreendidos.

A proposta foi apresentada após uma série de denúncias de intimidação a fãs da cantora americana Taylor Swift que tentavam comprar ingressos para os shows em São Paulo, que ocorrem no próximo fim de semana, no Allianz Parque.

O projeto de lei ainda está em tramitação na Câmara dos Deputados e ganhou urgência em agosto deste ano. A proposta faz parte de uma série de textos que tiveram a aprovação de celeridade, mas não foram apreciados pelo plenário da Casa.

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