‘Domingo Espetacular’ supera a concorrência com cobertura exclusiva na Venezuela
RECORD foi a única emissora do país a conseguir enviar equipe de TV para Caracas
Audiências|Do R7

Com uma equipe liderada por Roberto Cabrini, a RECORD foi a única emissora brasileira a entrar na Venezuela após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Diretamente do país, o jornalista conduziu uma reportagem exclusiva, histórica e reveladora para o Domingo Espetacular deste domingo (11).
Com a matéria, pela segunda semana consecutiva, o programa superou a audiência do SBT, com 5,9 pontos de média, pico de 7,7 e participação de 12,4, contra 5,6 da terceira colocada.
Mais uma vez, Cabrini usou sua experiência em zonas de conflito e enfrentou uma série de riscos para relatar o que população daquele país está enfrentando neste momento.
“Foi, sem dúvida, uma das coberturas mais desafiadoras de minha carreira. Estamos falando de cobrir um evento onde a imprensa não é livre”, afirmou Cabrini. Ele passou quatro dias na Venezuela, registrando o clima em Caracas e visitando locais estratégicos atingidos pelos bombardeios.
Cabrini conseguiu entrar no território venezuelano após acionar uma rede de contatos, cercado de cuidados, já que 14 jornalistas já foram presos ou deportados após a invasão americana. Para evitar ser capturado, ele tomou precauções como apagar o material produzido.
“A gente gravava com celular da forma mais discreta que podíamos, enviava as imagens e imediatamente apagava. E não era só apagar da primeira memória do celular. Apagava de todos os compartimentos dos nossos aparelhos, por uma questão de segurança”, explicou ele durante o Domingo Espetacular, diretamente do Panamá, após deixar a Venezuela.
O jornalista ainda contou no programa outras dificuldades. “Posso também relatar a vocês a tensão da noite. Depois das 17h, era praticamente impossível sair às ruas em Caracas, uma capital totalmente militarizada. Então, a gente teve que enfrentar todas essas dificuldades. O tempo todo a gente se concentrava na movimentação do serviço de inteligência que estava destacado para localizar jornalistas.”
Ele explicou que, apesar das limitações, foi possível “realizar um amplo trabalho no qual mostramos alvos militares que foram atingidos e também os efeitos colaterais na população civil, que acaba sempre pagando um preço muito alto de uma ação militarizada como essa”.
Cabrini esteve na base aérea La Carlota, uma das áreas atingidas pelos bombardeios. Durante a cobertura, o jornalista documentou o nervosismo e o impacto dos ataques recentes, evidenciados pela presença constante de forças de segurança. Também testemunhou manifestações pró-Maduro, marcadas por críticas à intervenção americana.
Nestes dias em que passou na Venezuela, o jornalista documentou que a população tentava voltar à realidade, retornando aos poucos às ruas, antes totalmente desertas.
FONTE: Kantar Ibope Media / Instar Analytics - Base Total Ligados - Dados Domiciliares - GSP
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