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Príncipe William admite lutar para entender as próprias emoções

Príncipe disse acreditar que mais homens deveriam falar publicamente sobre saúde mental

Bang Showbiz

Bang Showbiz|Do R7

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William Prince William © The Royal Family / Instagram

O príncipe William, 43, afirmou que tem se dedicado a compreender as próprias emoções. O herdeiro do trono britânico participou de uma edição especial do programa Life Hacks, da BBC Radio 1, voltada à discussão sobre saúde mental e prevenção ao suicídio, e disse acreditar que mais homens deveriam falar publicamente sobre vulnerabilidade.

"Eu passo bastante tempo tentando entender minhas emoções e por que me sinto da maneira que me sinto. Às vezes há uma explicação óbvia, às vezes não há. Acho que essa ideia de que uma crise de saúde mental é temporária é importante. Você pode ter um momento de crise forte, mas ele vai passar", começou ele.


A conversa, conduzida pelo apresentador Greg James, abordou o número no aumento de casos de suicídio entre homens. O príncipe de Gales argumentou que o estigma em torno da saúde emocional ainda impede que muitos procurem ajuda.

"Precisamos de mais exemplos masculinos falando sobre isso e normalizando o assunto, para que se torne algo natural para todos nós", declarou.


A saúde mental é uma das principais frentes do trabalho filantrópico do filho do rei Charles III. Por meio da Royal Foundation, organização que lidera, o príncipe anunciou £1 milhão [cerca de R$ 7 milhões] para o desenvolvimento de uma rede de prevenção ao suicídio no Reino Unido. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o acesso a atendimento para pessoas em crise.

Durante o debate, William - pai do príncipe George, 12, da princesa Charlotte, 10, e do príncipe Louis, 7, de seu casamento com Kate Middleton, 44 - incentivou os ouvintes a buscarem o autoconhecimento.


"Aprendam a amar a si mesmos e a se compreender”, afirmou, acrescentando que informação e conscientização funcionam como uma proteção em períodos difíceis.

O nobre elogiou o trabalho das organizações que atuam na linha de frente do atendimento, dizendo que elas funcionam como uma “ponte” para quem enfrenta dificuldades emocionais.

Ao encerrar, o príncipe disse ter esperança de que o diálogo ajude a reduzir casos de suicídio. "Esperamos que a ideia do suicídio vá sendo cada vez mais afastada. Porque você sabe que amanhã pode acordar e se sentir de outra forma."

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