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Adolescente tirou vida do cão Orelha? Novo laudo é revelado:

Laudo falou sobre adolescente no caso do cão Orelha.

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Bebê Mamãe|Do R7

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Novo laudo falou sobre adolescente e cão Orelha Reprodução: polícia Civil

Vieram à tona novas revelações sobre o caso do adolescente que teria tirado a vida do cão Orelha na região da Praia da Barra em Florianópolis. Foi revelado o novo laudo da Polícia Científica feito após a exumação do Orelha.

O corpo do cão Orelha foi exumado mais de um mês após a sua partida. E agora foi revelado o que os investigadores descobriram com esta exumação.  O laudo revelou que não é possível apontar se o adolescente tirou ou não a vida do cão orelha.


Isto porque o laudo apontou que não foi constatada qualquer fratura ou lesão causada por ação humana.  “Todos os ossos do animal foram minuciosamente examinados visualmente, não tendo sido constatada qualquer fratura ou lesão que pudesse ter sido causada por ação humana, nem mesmo em crânio, em região esquerda, na qual já foi discutido […] que há compatibilidade de ter havido ação traumática por instrumento contundente”, diz o laudo.

O adolescente, então, não tirou a vida do cão Orelha?


Apesar desta constatação do laudo, os peritos também ressaltaram que isto não significa que o adolescente é inocente no caso. “A literatura especializada afirma que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais a morte. Assim, é plenamente plausível que o animal tenha sofrido um trauma contundente em cabeça em um dia e piorado clinicamente de forma progressiva até o outro”, diz o laudo.

A questão da piora clínica no dia seguinte pode explicar, inclusive, o vídeo que foi revelado pelos advogados do adolescente no qual o cão Orelha aparece andando horas após a suposta agressão.  A dificuldade de determinar o que aconteceu com o cão Orelha neste novo laudo se dá porque ele foi exumado quando já estava na fase de esqueletização. Isto impediu a análise de tecidos moles, como os órgãos. A exumação foi feita no dia 11 de fevereiro, sendo que o cão Orelha partiu no dia 3 de janeiro.


Este novo laudo também apontou que o cão Orelha tinha uma infecção chamada osteomielite. “Constatou-se em crânio do animal, em região maxilar esquerda, uma área de porosidade óssea não observada na região contralateral, compatível com osteomielite. A forma como a porosidade foi observada revela um processo crônico, não havendo qualquer relação com a ação traumática a qual o animal foi submetido, já que entre a ação traumática e o óbito houve o transcurso de apenas um dia”, apontou o laudo.

Na conclusão do laudo é ressaltado que não é possível determinar se o adolescente tirou a vida do cão Orelha ou não. “A análise dos remanescentes mortais não permitiu afirmar qual a causa da morte, não se constataram quaisquer fraturas nos ossos do animal, a ausência de fraturas não implica ausência de ação contundente contra a cabeça do animal”, diz o laudo.

Ao longo da investigação do caso, outros adolescentes chegaram a serem investigados. Porém, os políciais concluíram que apenas um dos jovens teve envolvimento na partida do cão Orelha.

Novo laudo abordou adolescente e cão Orelha
Adolescente que teria tirado a vida do cão Orelha Reprodução: polícia Civil
Adolescentes foram investigados no caso do cão Orelha Reprodução: Facebook

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